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Empresas e INSS desenvolvem ações conjuntas contra acidentes de trabalho

O Brasil necessita de ações mais preventivas e menos reativas para evitar ônus às empresas e ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em relação a acidentes na execução da atividade profissional. "Apesar de uma evolução positiva no País, precisamos de um novo paradigma que valorize um trabalho sem risco", alertou o diretor substituto da Diretoria de Saúde do Trabalhador (Dirsart/INSS), Alexandre Coimbra, durante a oficina Cooperação INSS & Empresas − Reabilitação Profissional, nesta sexta-feira, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul. O evento foi uma realização do Centro Brasileiro de Segurança e Saúde Industrial, com apoio do Conselho de Relações do Trabalho e Previdência Social da FIERGS, do Serviço Social da Indústria (Sesi) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Diretor da CNI e presidente do Conselho de Relações do Trabalho e Desenvolvimento Social da entidade, Alexandre Furlan vê evolução no conceito das empresas, com uma preocupação maior em relação ao tema Segurança e Saúde no Trabalho. "Na CNI temos desenvolvido ações conjuntas com o INSS para cuidar e prevenir, em um comprometimento das entidades empresariais com o problema", disse Furlan.

No evento ocorreram painéis sobre auxílio doença, acidentes e afastamentos do trabalho, perícia médica, reabilitação profissional, inserção no mercado e o modelo do Sesi em Segurança e Saúde no Trabalho, entre outros assuntos.

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