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negociações coletivas

O legado da crise econômica, o cenário e as perspectivas para o mercado de trabalho e a reforma de leis trabalhistas foram os principais pontos destacados por especialistas no Seminário “Negociações Coletivas 2017”. Realizado nesta terça-feira (25), na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), o evento reuniu representantes dos sindicados filiados à entidade.

A Agenda da Indústria Gaúcha, um documento de 26 páginas com a Pauta Mínima e Projetos Prioritários, elaborado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), foi entregue nesta segunda-feira (27) às Bancadas Federal e Estadual gaúchas. Segundo o presidente da entidade, Heitor José Müller, a reunião dá andamento à interlocução que a indústria mantém com os representantes do Estado no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa. “Existem temas nacionais em tramitação que repercutem muito no nosso Estado.

 
Para melhor orientar e disseminar informações a empresários e a representantes de sindicatos, visto que o mês de maio concentra mais de 50% das negociações coletivas da indústria gaúcha, a FIERGS realizou, nesta terça-feira (5), um seminário reunindo dirigentes e executivos de sindicatos industriais, que debateram o tema junto com advogados, economistas e desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. “É uma discussão bastante importante, nos preocupa o nível de desemprego que vem aumentando no País e as perspectivas piores.
O seminário Negociações Coletivas reuniu representantes de sindicatos industriais e especialistas sobre o tema na sede da FIERGS, nessa terça-feira (24). Realizado pelo Conselho de Relações do Trabalho e Previdência Social (Contrab) da entidade, o evento abordou questões como cláusulas normativas, boas práticas e projeções econômicas para 2015.

"Na prática, o ‘Pibão gaúcho‘ é apenas uma obra de ficção estatística. Além disso, outros fatores são utilizados como pretexto para construir um cenário ilusório. É o caso do "salário mínimo regional", cujos reajustes vêm sendo equivocadamente trazidos para a mesa de negociação como se as categorias que ali estão dialogando fossem inorganizadas. Por isto, a FIERGS continuará empenhada na extinção do mínimo estadual", destacou o presidente da FIERGS, Heitor José Müller, durante o seminário sobre Negociações Coletivas 2014.

Especialistas abordaram as questões que envolvem as Negociações Coletivas 2013, tais como legislação e cenário econômico. O evento foi realizado Conselho de Relações do Trabalho e Previdência Social (Contrab) da FIERGS, nesta quinta-feira (11).

Anualmente, 320 mil cláusulas são negociadas em convenções coletivas no Brasil. Somente no Rio Grande do Sul, este número chega a 56 mil, 16 mil delas ligadas à indústria. Para melhor orientar e facilitar o trabalho dos sindicatos industriais em relação ao tema, a FIERGS realizou, por meio do Conselho de Relações do Trabalho e Previdência Social (Contrab), nesta terça-feira (10), o Seminário Negociações Coletivas 2012. "Temos de sentar e nos entender. As negociações precisam resguardar o equilíbrio e a sensatez.

O Conselho de Relações do Trabalho e Previdência Social da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) realiza encontro sobre Negociações Coletivas 2012. O evento ocorre na sede da FIERGS, em Porto Alegre, dia 10 de abril, das 13h às 16h30min.

Especialistas abordarão as projeções econômicas e perspectivas para as negociações coletivas desse ano; ponto eletrônico; teletrabalho; entendimento dos tribunais em dissídios coletivos; entre outros temas. Inscrições gratuitas pelo telefone (51) 3347-8871.