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Aumento de juros penaliza o setor privado

FIERGS defende redução dos gastos públicos

"Na medida em que o setor público não consegue reduzir seu peso sobre a economia, com a redução dos gastos, resta a alternativa de aumento de juros, que acaba por penalizar o setor privado", lamentou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre, ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária. O Copom aumentou, nesta quarta-feira (23), a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75 ponto percentual, passando de 12,25% para 13%.

Uma parte do aumento de juros deve ser sentida na economia já no fim deste ano, porém, os maiores impactos estarão reservados para o próximo ano, segundo o industrial. "A inflação de 2008 já está praticamente definida. Portanto, o maior risco é proporcionar uma desaceleração mais severa do que o desejado no PIB de 2009", afirmou.

De acordo com Tigre, uma alternativa à elevação dos juros seria o aumento do depósito compulsório dos bancos. "Uma medida de efeito rápido para combater a inflação, já que atua diretamente sobre a liquidez na economia, reduzindo o crédito e os custos para a sociedade."

A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 9 e 10 de setembro.

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