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Empresas precisam sentir reflexos da queda de juros

Economia e Negócios

A redução da taxa básica de juros pelo Banco Central, que desde o final de 2016 passou de 14,25% para 6,5% ao ano, ainda não trouxe totalmente os reflexos esperados pelas empresas, na avaliação do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry. A diminuição da Selic, cujo objetivo é o de estimular a atividade econômica que hoje atinge o menor patamar desde 1999, tem frustrado as expectativas dos empresários. “Apesar desse repasse não acontecer em igual proporção e apresentar defasagem temporal de alguns meses, não sentimos barateamento do custo do crédito para as empresas em igual magnitude da queda que vem sendo realizada pelo Banco Central”. Petry avalia que este é um dos motivos que também impacta numa maior demora na recuperação econômica.

Por outro lado, o presidente da FIERGS acredita que o cenário de incertezas envolvendo a política e a economia, possa influenciar na cautela dos bancos. Isso reforça, na sua opinião, a necessidade de equilíbrio nas contas públicas e das demais reformas para garantir a recuperação sustentada da economia.