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Federações da Região Sul buscam ampliar o suprimento de gás natural

A inclusão de projetos de suprimento e transporte de gás natural para a região no Plano Decenal de Expansão da Malha de Transporte Dutoviário (Pemat, ciclo 2013-2022) foi defendida, em Brasília, nesta quarta-feira, no Ministério de Minas e Energia (MME). Um documento foi entregue ao secretário-executivo da pasta, Márcio Zimmermann, pelos presidentes da FIERGS, Heitor José Müller; e da Fiesc, Glauco José Côrte; e pelo vice-presidente da Fiep, Hélio Bampi, que formam o Fórum Industrial Sul. Também participaram da reunião os coordenadores das bancadas federais dos três Estados e representantes da SCGás, Sulgás e Compagas.

Elaborado pelas Federações, o documento aponta as opções de suprimento e transporte de gás natural para o Pemat. Em uma tentativa de mapear a infraestrutura de gasodutos necessária para suportar o crescimento do uso de gás natural até 2022, o Pemat definirá uma nova rede de grandes dutos que vão cortar o País. Os industriais destacaram a preocupação com o atual cenário de fornecimento do insumo enfrentado pelas empresas, abastecidas somente pelo gasoduto Bolívia-Brasil, que está operando próximo do limite. A projeção de demandas da Região Sul, segundo as distribuidoras, passará dos atuais 11,48 milhões metros cúbicos para 15,8 milhões, em 2017.

Entre as propostas encaminhadas estão o aproveitamento do gás natural dos campos de petróleo localizados no litoral sul-brasileiro, podendo ser injetado no tramo Sul do Gasbol; a instalação de terminais de GNL na Região Sul; o redirecionamento do gás das UTE bicombustíveis da Região Sudeste à Região Sul, e a implantação de uma infraestrutura capaz de operar o suprimento por swap. O encontrou contou ainda com os coordenadores das bancadas federais do Rio Grande do Sul, Alceu Moreira; de Santa Catarina, Marco Tebaldi; e do Paraná, Marcelo Almeida.

A avaliação do Fórum Industrial Sul é de que a limitação de suprimento é fator inibidor de investimentos para os setores dependentes do uso do gás. Isso causa impactos negativos no PIB, nas receitas federais e estaduais, na geração de empregos e no desenvolvimento econômico e social.

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