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FIERGS afirma que pólo petroquímico sai fortalecido

Economia e Negócios

A aquisição do Grupo Ipiranga pela Petrobras, Braskem e Ultra vai fortalecer o Pólo Petroquímico gaúcho, porque é nele que atuará o novo conglomerado, gerando empregos, renda e impostos. Esta é a visão da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). ''O setor químico e petroquímico é globalizado. Não há como responder aos desafios internacionais sem ter escala de produção e grandes investimentos'', afirma o presidente da entidade, Paulo Tigre.

De acordo com o industrial, todos os recursos que chegam ao Rio Grande do Sul são bem-vindos. ''Se forem nacionais, muito melhor, pois aí mostra que nós temos uma poupança interna gerando investimentos no Brasil'', disse. Para a FIERGS, o Rio Grande do Sul está ingressando numa ''nova economia''. Ela se caracteriza, segundo Paulo Tigre, pela convivência dos setores industriais que se projetaram ao longo da história econômica gaúcha, como é o caso da Ipiranga, agregando valor através de novas atividades. Entre essas, estão a fabricação de chips, de telefones celulares, a bioenergia, os investimentos florestais, a montadora de automóveis, os computadores e assim por diante.

''O grupo Ipiranga, que é muito forte e prestigiado, fez um trabalho diferenciado. Lutou para trazer o pólo petroquímico para o Sul e trabalhou para que este setor crescesse'', lembrou Tigre. A internacionalização dos negócios exige agora, explicou, uma nova inserção do Rio Grande do Sul nos mercados globalizados.