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FIERGS defende redução dos gastos públicos

Medida seria principal alternativa ao aumento dos juros

"A baixa inflação é uma conquista da sociedade brasileira. Porém, devemos lembrar que além da taxa de juros, a redução dos gastos também é um instrumento efetivo, e com menor custo, que poderia estar sendo usado pelo governo para evitar mais pressão inflacionária", afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre, ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária. O Copom aumentou, nesta quarta-feira (10), a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75 ponto percentual, passando de 13% para 13,75%.

Para o presidente da FIERGS, o Banco Central ainda teria outras alternativas, como a elevação do compulsório, para conter a expansão excessiva do crédito, mas deverá continuar o ciclo de aperto monetário iniciado em abril. "A queda recente do preço das commodities é normalmente acompanhada por um processo de desvalorização cambial, o que permeia ainda mais de riscos o cenário inflacionário brasileiro", disse Tigre.

A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 28 e 29 de outubro.

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