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FIERGS faz mobilização contra CPMF

A partir da reunião do Conselho de Representantes da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, realizada na terça-feira, dia 9, e em sintonia com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a FIERGS está iniciando uma mobilização contra a volta da Contribuição Permanente sobre a Movimentação Financeira (CPMF). A proposta da entidade é de que os sindicatos filiados, associações industriais, centros e câmaras se dirijam aos parlamentares do atual Congresso Nacional e aos eleitos para evitar a recriação do tributo.

"A FIERGS é contra o retorno da CPMF, pois mais tributo significa perda de competitividade para as empresas, o que já vem ocorrendo através da guerra cambial e da acirrada competição em um mundo globalizado. Além disso, essa questão já foi amplamente debatida pela sociedade e consolidada pela decisão do Congresso Nacional de acabar com a Contribuição", afirma o presidente da FIERGS, Paulo Tigre.

A CPMF, destaca o industrial, tem efeito cascata, onerando os produtos fabricados no Brasil em relação aos importados e reduzindo as vendas dos itens com maior valor agregado de produção nacional. "Hoje já temos 39% do PIB em tributos. Então, em vez de discutir a recriação de mais um ônus, devemos debater, isto sim, uma Reforma Tributária que amplie a base de contribuintes, simplifique os procedimentos, e diminua a carga sobre quem já paga imposto", defende Tigre, lembrando que a crise internacional provou que a redução de alíquotas dá resultados positivos na dinamização da economia e na arrecadação dos governos.

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