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Hannover mostra como a tecnologia 4.0 pode ser aplicada pelo empresário brasileiro

Feira

Os empresários participantes da missão liderada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) à Feira de Hannover consideram que o setor industrial gaúcho tem condições de absorver a tecnologia 4.0 vista aplicada em diferentes situações ao longo do principal evento de tecnologia do mundo, que termina nesta sexta-feira (27), na cidade alemã. Para o presidente da Máquinas Condor, André  Meyer da Silva, há como empresários e trabalhadores, inclusive de pequenas e médias empresas, tomarem parte nesta nova realidade. “No Rio Grande do Sul temos o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), que prepara os futuros profissionais que vão elaborar projetos e trabalhar nas suas implantações e execuções”, afirma Meyer. “Quem circula pelos corredores de Hannover de olhos abertos tem uma tremenda quantidade de novas informações que pode aproveitar em sua empresa”.

Meyer diz que, apesar da crise brasileira, o resto do mundo “vai se desenvolvendo muito bem”, por isso a participação em uma feira como a de Hannover se torna tão importante. “As pessoas estão olhando o passo seguinte, o que fazer quando a situação ficar melhor no Brasil. Se você não é otimista, não pode ser empresário”, destaca.

Diretor-executivo da GBC, de Caxias do Sul, Luiz Carlos Giacomelli admite que as dificuldades para o empresário brasileiro, diante de tantas novidades exibidas em Hannover, são o custo de investimento que esta tecnologia exige, a falta de apoio no Brasil para financiamentos e recursos e a pouca qualificação de profissionais para operarem a alta tecnologia. Mesmo assim, ele confia que o país seguirá neste novo caminho, que é inevitável. “A base de tudo é o treinamento, conhecimento e educação. Se buscarmos isso, rapidamente conseguiremos resultados. Esta  questão é primordial. A educação básica se torna fundamental, mas a técnica superior vai fazer a diferença para enfrentar os novos desafios das tendências tecnológicas”, ressalta.

Uma das tendências vistas em Hannover é a automação industrial colaborativa, na qual uma das características é o processamento padronizado entre máquinas e equipamentos de diferentes fabricantes, além de processos com maior eficiência e produção.

A missão da FIERGS, organizada por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN-RS), é uma realização da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com a Rede CIN, parceria da Apex Brasil e colaboração do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RS) e da Enterprise Europe Network. O objetivo é dar a oportunidade para empresas nacionais prospectarem novas tecnologias e parceiros internacionais, além de promover a absorção de experiências inovadoras nos seus respectivos segmentos de atuação.


Crédito foto: Enir Grigol


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