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Indústria oceânica tem plano de desenvolvimento para o Estado

O Plano de Desenvolvimento para a Indústria Oceânica no RS foi apresentado nesta terça-feira (14), na sede da FIERGS. O vice-presidente regional do CIERGS, Antônio Roso, destacou o trabalho realizado em conjunto pelo setor privado e pelo governo do Estado para atrair novos empreendimentos e consolidar o Rio Grande do Sul como um polo nesta área. "A capacitação do nosso setor industrial e a qualificação dos recursos humanos são fatores que nos colocam em posição de destaque no País e no exterior", afirmou.

O presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Marcus Coester, falou dos planos do governo para o setor e enfatizou que o tema é prioridade na atual gestão. Atualmente, o Rio Grande do Sul dispõe de cinco projetos em andamento: três em Rio Grande, um em São José do Norte e um em Charqueadas. Além da grande malha hidroviária disponível, Coester citou outras vantagens que colocam o Estado junto aos com maior potencial para atração de investimentos deste porte no Brasil. Entre elas, há o fato de dispor do segundo parque industrial mais diversificado do País, de uma estrutura industrial e produtiva e de uma alta capacitação para ensino e pesquisa.

Coordenador do Comitê de Competitividade em Petróleo, Gás, Naval e Offshore (CCPGE) da FIERGS, Oscar de Azevedo lembrou que a indústria oceânica vive um momento especial e que os empresários precisam de confiança para realizar seus investimentos. Por isso, eventos como os realizados na terça-feira são fundamentais. Azevedo defendeu também o estímulo à "formação de parcerias entre empresas estrangeiras e gaúchas". Alertou, porém, para a importância de agilidade por parte dos órgãos públicos encarregados da liberação dos projetos, citando a necessidade de uma maior velocidade nas licenças ambientais.

Para o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Construção Naval e Offshore (Abenav), Augusto Mendonça, a indústria do segmento, que chegou a ser a segunda do mundo nos anos 70, começou a retomar o ritmo a partir no início do século 21, depois de entrar em colapso nos anos 80 e 90. "Atualmente, estamos com 11 estaleiros novos no Brasil, e sete projetos de expansão", disse. Mendonça observou que o Brasil vive "um momento mágico", apontando, entre outros fatores para as boas perspectivas do setor as oportunidades no mercado, um governo que quer incentivar, instituições financeiras que desejam participar, uma indústria nacional estruturalmente preparada e a companhias internacionais que sonham em investir no País.

O evento, que contou também com uma apresentação do gerente geral de Contratação de Bens e Serviços de Exploração e Produção da Petrobras, Edmar Diniz de Figueiredo, foi uma promoção da FIERGS, por meio do seu Comitê de Competitividade em Petróleo, Gás, Naval e Offshore, da AGDI e da Abenav.

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