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O DESAFIO DO SÉCULO XXI: EDUC@ÇÃO DE QUALIDADE

Encontrar e formar talentos tem sido crucial para as empresas brasileiras e não há dúvidas de que isso depende de uma base forte no aprendizado e no desenvolvimento do raciocínio lógico, em todos os níveis escolares. A mobilidade e a adequação da formação à nova realidade da sociedade do conhecimento coloca a Educação de Qualidade como o desafio central deste século XXI. Sua superação dotará o Brasil de uma importante mudança de patamar no processo de crescimento econômico sustentado, contribuindo direta e decisivamente para o imprescindível ambiente favorável e estimulador da inovação.

O relatório do Fórum Econômico Mundial (WEF - "The Global Competitiveness Report 2010/2011") coloca o Brasil na 53ª posição no ranking mundial da competitividade. Já no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), que é baseado na renda per capita, saúde, e educação, o País ficou no 84º lugar, saindo de uma classificação de "médio" desenvolvimento para figurar entre as nações de "elevado" desenvolvimento.

Entretanto, o indicador de educação, que avalia a expectativa de anos de estudo das crianças que estão iniciando a vida escolar e a média de anos de estudo dos adultos, colocou o Brasil na 113ª posição.

No Encontro Nacional da Indústria de 2011 foram pesquisadas as prioridades do setor industrial globalizado, aparecendo a educação como elemento fundamental da competitividade, tendo na inovação seu mais destacado fator. As recomendações do evento foram: alinhamento da oferta de cursos profissionalizantes às necessidades do mercado e revisão da concepção da educação básica com foco na leitura, interpretação, escrita, matemática e ciências, além de um esforço de ensino de uma segunda língua, de preferência inglês.

Nesse cenário, investimentos pesados em educação (principalmente a básica) que contemplem não somente a quantidade de alunos na escola, mas também a qualidade do ensino oferecido, são indispensáveis para qualquer país que desejar crescer de forma sustentada.

Diante desse desafio, cabe ao Rio Grande do Sul revolucionar seu processo de Educação. São 60% de alunos em idade escolar fundamental atendidos pela rede pública do Estado. Trata-se da base do nosso futuro e só uma atitude fortemente mobilizadora e modificadora, ativando mudanças estruturais, irá gerar ações eficazes para a Educação de Qualidade que queremos.

Logicamente, o modelo educacional não pode ser tratado de forma isolada do contexto mais amplo do desenvolvimento sustentado. A atração de empreendimentos, os programas de estímulo à expansão empresarial, os investimentos em pesquisa e tecnologia, e os incentivos à inovação com maior acessibilidade e simplificação, formam um outro conjunto de questões competitivas que se complementam e agregam valor ao foco central deste documento.

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