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Para FIERGS, queda dos juros é um sinal positivo

Recuo de 1 ponto percentual ajuda a minimizar
o impacto da crise mundial

"O Banco Central está dando sinais de uma preocupação maior com o nível de atividade, num momento crítico para a produção e o emprego. Entretanto, para o crédito se tornar acessível de fato, os spreads ainda precisam ser reduzidos", afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre, ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária. O Copom recuou, nesta quarta-feira (21), a taxa básica de juros, a Selic, de 13,75% para 12,75%.

O presidente da FIERGS lembrou que o desempenho da economia brasileira tem sido fraco nos últimos meses, com queda na produção industrial de 3,18% em novembro e fechamento recorde de 655 mil postos de trabalho em dezembro. "Por tudo isso, este deve ser o ano do Banco Central ser mais ousado no corte dos juros e dos governos repensarem estímulos, reduzindo impostos e, principalmente, fazendo investimentos em infraestrutura, logística, energia e saneamento", salientou Tigre.

A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 10 e 11 de março.

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