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Presidente da FIERGS analisa os desafios da sustentabilidade do Sistema Associativo

Representatividade

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, participou, nesta terça-feira (3), do painel Sustentabilidade e fortalecimento do Sistema Associativo da Indústria, realizado durante o Encontro Nacional da Indústria (Enai) 2018, no Centro Internacional de Convenções, em Brasília. O painel contou também com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade; o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi; e o presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Leonardo Souza Rogério de Castro.

Para ajudar as entidades do setor industrial a trabalharem de forma estratégica e sustentável e a fim de fortalecer o associativismo, a CNI lançou uma proposta para ajudar as entidades do setor industrial a trabalharem de forma estratégica e sustentável. Entre as sugestões estão a diversificação de receitas, a prestação de serviços e a ampliação da base sindical. Dessa forma, os sindicatos que se mostrarem relevantes para as empresas terão mais chances de enfrentar os desafios colocados pela reforma trabalhista, que tornou facultativa a contribuição sindical.

Em sua manifestação, Petry destacou a criação, após sua posse na FIERGS, em julho do ano passado, do Conselho de Articulação Sindical e Empresarial (Conase), ligado diretamente à presidência da FIERGS. “O Conase, assim desenhado, realiza reuniões no interior do Estado, ativando um circuito de 10 vice-presidentes regionais do Centro das Indústrias, quando recolhe reivindicações locais e leva a mensagem das entidades para as lideranças de cada região”, afirmou.

Petry observou, ainda, que na área sindical o Conase reúne todos os programas de apoio aos sindicatos filiados, assim como o PDA, da CNI, além de um setor jurídico específico. “Em maio, na reunião do Conselho de Representantes da Federação, lançamos a ideia de formar um grupo de presidentes de sindicatos – no máximo 10 – para tratar especificamente das questões de sustentabilidade”, ressaltou.  Ele também argumentou que a defesa de interesses da indústria e a prestação de serviços de qualidade vão determinar os sindicatos vitoriosos. “Se a contribuição deixou de ser compulsória, tem de ser coberta de outra maneira. É preciso ter outras fontes, que virão à medida em que as entidades prestem serviços de boa qualidade. É como uma empresa, quem vende é quem tem os melhores produtos”, afirmou Petry.

 

Crédito: Miguel Ângelo