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Restrição do crédito já tem efeito de aumento na taxa de juros

Mesmo mantendo a Selic em 13,75%, a indústria sofre impactos da crise mundial

"A diminuição do crédito tem o efeito semelhante ao aumento da taxa de juros sobre a economia. Agora, mais do que nunca, o governo precisa reduzir os gastos públicos como forma de controlar a inflação", afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre, ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária. O Copom manteve, nesta quarta-feira (10), a taxa básica de juros, a Selic, em 13,75%.

Para o presidente da FIERGS, independente do movimento da Selic nos próximos meses, é improvável que as taxas de juros praticadas no mercado sofram modificações. "Esse cenário prevalece até a economia dissipar a crise de confiança, que vem aumentando a escassez de recursos no mercado internacional", destacou Tigre.

A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 20 e 21 de janeiro.

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