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Oportunidades

Suecos se apresentam a potencias parceiros gaúchos

As razões pelas quais o governo brasileiro deve optar pelos caças Gripen NG, de fabricação sueca, na aquisição de 36 aviões para a Força Aérea Brasileira (FAB), foram apresentadas pela empresa Saab neste terça-feira (6), na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O workshop "Saab, sua parceira para Inovação e Tecnologia. Oportunidades de Negócios na Área de Defesa, Brasil-Suécia" também abriu espaço para reuniões entre empresários gaúchos e executivos da companhia.

Na abertura do evento, o embaixador da Suécia no Brasil, Magnus Robach, se definiu como "representante do maior e mais exigente cliente da Saab". Lembrou a credibilidade das 80 empresas do país nórdico com filiais no Brasil, e que empregam um total de 60 mil pessoas.

Em relação ao Rio Grande do Sul, citou a indústria de celulose Stora Enso e seus "importantes investimentos" no polo florestal. "A Suécia é um dos países mais inovadores do mundo e 4% do seu PIB é direcionado à pesquisa e à inovação", observou. "É preciso olhar além dos centros tradicionais no Brasil, e desenvolver um eixo econômico importante sueco/gaúcho".

O brigadeiro Raul Ferreira Dias, representante do Comitê da Indústria de Defesa e Segurança (Comdefesa) da FIERGS, ressaltou a importância do encontro para levar a indústria do Rio Grande do Sul a atuar em estratégias integradas para identificar parceiros na área de defesa.

O presidente da Saab no Brasil, Âke Albertsson, traçou um breve histórico da empresa no País e dos projetos para os próximos anos. Coube ao diretor Bengt Janér apresentar as potencialidades do grupo sueco. Informou que 26% do total das suas vendas mundiais são direcionadas à aeronáutica e que, atualmente, os caças Gripen são operados, além da Suécia, por países como África do Sul, Hungria, República Checa, Tailândia, e na escola de pilotos do Reino Unido.

Pela proposta da Saab ao Brasil, caso sejam os escolhidos pelo governo brasileiro (as outras concorrentes são a americana Boeing e a francesa Dassault Rafale, que já se apresentaram anteriormente na FIERGS), os 36 caças Gripen NG terão 40% de suas atividades de desenvolvimento realizadas por empresas brasileiras, além de 80% da produção das estruturas da aeronave (como asas e segmentos da fuselagem) em indústrias nacionais.

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