AV. ASSIS BRASIL, 8787, SARANDI, PORTO ALEGRE-RS | CENTRAL DE ATENDIMENTO 0800 51 8555 

Você está aqui

confiança

O adiamento da Reforma da Previdência e a indefinição no quadro eleitoral aumentam um pouco a incerteza do industrial gaúcho em relação ao futuro da economia no País. É o que aponta o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) de abril, divulgado nesta quarta-feira (18) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). A pesquisa revela uma queda de 2,3 pontos na comparação com março, caindo para 59,4 pontos, o que indica que os empresários ainda estão confiantes, mas menos do que no mês anterior.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) de fevereiro, divulgado nesta quinta-feira (22) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revela otimismo disseminado entre os industriais gaúchos. O ICEI-RS avançou 0,6 ponto, alcançando 61,6, a oitava alta consecutiva, o que representa a maior série desde janeiro de 2010 e o mais alto nível desde junho do mesmo ano.

O ano de 2018 começa com expectativa positiva na indústria gaúcha. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado nesta quinta-feira (25) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), segue em alta em janeiro. Aumentou 0,9 ponto em relação a dezembro, alcançando 61 pontos, a sétima expansão consecutiva e o maior nível desde junho de 2010. “O resultado reforça as projeções de continuidade de recuperação na atividade nos próximos meses.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) cresceu 1,9 ponto entre outubro e novembro, a quinta elevação seguida. Ao atingir 59 pontos, alcançou o maior valor desde março de 2011.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta terça-feira (24), registra um pequeno aumento em outubro, na comparação com setembro, em função da melhora na percepção dos empresários gaúchos sobre o momento atual. Ficou em 57,1 pontos, 0,4 acima do mês anterior.

A estabilização no cenário político brasileiro, com o abrandamento da crise deflagrada em maio, fez voltar a crescer o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta segunda-feira (21). O ICEI-RS subiu um ponto em agosto, na comparação com julho, atingindo 54,2. O índice varia de 0 a 100 pontos. Os valores acima de 50 indicam confiança.

A instabilidade política, que provoca incerteza em relação à aprovação das reformas trabalhista e da Previdência, abala a confiança do industrial gaúcho. O resultado é detectado no Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado nesta quarta-feira (21) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).  Na passagem de maio para junho, caiu 2,9 pontos, chegando a 52,7.

A queda na taxa de inflação, a redução nos juros, a disposição do governo federal em melhorar o quadro fiscal e levar adiante as reformas estruturais são apontadas como razões para o aumento no Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado nesta quinta-feira (23) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O ICEI-RS cresceu pelo segundo mês seguido e atingiu 55,1 pontos em fevereiro, o maior valor para o período em quatro anos. Isso demonstra que os empresários gaúchos consultados no levantamento estão confiantes.
O setor produtivo gaúcho começa a virada do ano demonstrando maior otimismo. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta segunda-feira (23), subiu de 50,5 para 51,7 pontos entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017. É o maior nível de confiança para o mês nos últimos três anos.
Após aumentar 15,9 pontos entre maio e setembro, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta terça-feira (20), recuou pela terceira vez consecutiva em dezembro, 3,1 pontos na comparação com novembro, fechando o ano em 50,5. É a mais baixa pontuação em cinco meses, e o resultado está muito próximo da marca neutra de 50 pontos, que separa a presença da ausência de confiança.