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A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) considera que o ciclo de redução dos juros, mantidos nesta quarta-feira (20) em 6,50% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom), poderia ser mais longo, proporcionando o aumento da atividade econômica, que tanto vem sofrendo para acelerar no pós-crise.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, afirma que a redução da taxa de juros não deveria ter sido interrompida. “Caso o ciclo de queda dos juros tivesse sido mais longo, contribuiria muito na recuperação da economia. Entendemos, porém, que a taxa é adequada para a situação que se apresenta com a alta do dólar”, disse Petry, ao analisar a decisão do Comitê de Política Monetária, nesta quarta-feira (16), de manter a taxa de juros em 6,5%.

A redução da taxa básica de juros pelo Banco Central, que desde o final de 2016 passou de 14,25% para 6,5% ao ano, ainda não trouxe totalmente os reflexos esperados pelas empresas, na avaliação do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry. A diminuição da Selic, cujo objetivo é o de estimular a atividade econômica que hoje atinge o menor patamar desde 1999, tem frustrado as expectativas dos empresários.

“A redução na taxa de juros contribui para a retomada econômica. Para que os ciclos de queda sejam mais longos é imprescindível, contudo, que se ajuste a questão fiscal e isso só será possível com reduções pelo lado da despesa e reformas estruturais no País”, disse o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ao comentar a decisão do Copom em reduzir, nesta quarta-feira (21), em 0,25 p.p. a taxa de juros, passando para 6,50%.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, avalia que a lenta expansão da atividade econômica e a elevada ociosidade contribuíram para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de promover um corte de 0,25 p.p.na taxa de juros, que caiu para 6,75%. “A redução na taxa de juros é importante e fundamental para o processo de recuperação do País.

“Após um longo período de luta contra a inflação, atingimos a menor Selic da nossa história. Contudo, para que continuemos caminhando rumo a taxas de juros mais próximas de outros países semelhantes ao Brasil, é fundamental que se equilibre a situação fiscal”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ao analisar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (6), de reduzir de 7,5% para 7% a taxa de juros.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, entende que foi acertada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (25), de reduzir a taxa Selic de 8,25% para 7,5% ao ano, uma vez que o ambiente macroeconômico continua viabilizando o corte nos juros. “Porém, o cenário fiscal demanda cautela.

“Entendemos que a decisão do Copom de manter o ritmo de queda da Taxa Selic foi acertada, uma vez que o cenário macroeconômico viabiliza o corte nos juros sem que se gere um aumento das pressões inflacionárias”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em1 p.p, para 8,25%, nesta quarta-feira (6).

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 1 p.p. (de 10,25% para 9,25% a.a.) foi recebida com cautela pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Devido à extensão e à profundidade da recessão, o Copom poderia ter acelerado o ritmo de queda da taxa. Mas, mais uma vez, o descontrole das finanças públicas acaba sendo um obstáculo para uma redução maior. Saída via aumento de impostos não soluciona o problema, apenas agrava a crise da economia real”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a Taxa Selic em 1 p.p. (10,25%) é considerada acertada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Os fundamentos macroeconômicos permanecem viabilizando o corte dos juros sem o recrudescimento das pressões inflacionárias”, observa o presidente da FIERGS, Heitor José Müller.