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O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, entende que foi acertada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (25), de reduzir a taxa Selic de 8,25% para 7,5% ao ano, uma vez que o ambiente macroeconômico continua viabilizando o corte nos juros. “Porém, o cenário fiscal demanda cautela.

“Entendemos que a decisão do Copom de manter o ritmo de queda da Taxa Selic foi acertada, uma vez que o cenário macroeconômico viabiliza o corte nos juros sem que se gere um aumento das pressões inflacionárias”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em1 p.p, para 8,25%, nesta quarta-feira (6).

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 1 p.p. (de 10,25% para 9,25% a.a.) foi recebida com cautela pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Devido à extensão e à profundidade da recessão, o Copom poderia ter acelerado o ritmo de queda da taxa. Mas, mais uma vez, o descontrole das finanças públicas acaba sendo um obstáculo para uma redução maior. Saída via aumento de impostos não soluciona o problema, apenas agrava a crise da economia real”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a Taxa Selic em 1 p.p. (10,25%) é considerada acertada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Os fundamentos macroeconômicos permanecem viabilizando o corte dos juros sem o recrudescimento das pressões inflacionárias”, observa o presidente da FIERGS, Heitor José Müller.

Para a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), a decisão do Copom de cortar um ponto percentual (para 11,25%) e acelerar o ritmo de queda da Selic é acertada, uma vez que alguns fatores, com o a redução do IPCA, que registrou o menor valor para o mês de março (0,23%) desde 2012, permanecem viabilizando o corte dos juros sem o aumento das pressões inflacionárias. “Se esse processo continuar de maneira sustentada, a agenda de reformas deverá prosseguir.

A desaceleração da inflação, a queda no nível de atividade e a alta ociosidade do parque industrial são alguns dos fatores que ajudam a explicar a redução em 0,75 p.p da taxa Selic, de 13% para 12,25% ao ano.
“A redução na taxa de juros já era esperada. Entretanto, acreditamos que essa queda poderia ter sido maior.

Em sua última reunião, o Copom alertou que tomaria decisões sobre os juros se verificasse mudanças benignas no cenário fiscal e da inflação. O IPCA dos últimos meses veio mais baixo, as expectativas em relação à taxa de inflação diminuíram, e a Câmara dos Deputados aprovou a PEC 241/2016 em primeiro turno. Por isso, a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic em 0,25 p.p., para 14% ao ano não surpreende a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).

“A decisão do Banco Central já era esperada, pois na última reunião o Copom apontou a necessidade de a política fiscal se tornar mais austera antes de movimentos nos juros.
 
"Entendemos e apoiamos a preocupação do Copom com a queda na taxa de inflação. Entretanto, a recessão já atinge a produção industrial gaúcha, com queda de 9,5% nos últimos 12 meses e, ao final de 2016, serão três anos consecutivos de queda.