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Ao completar um ano de sua implantação, a nova lei trabalhista (nº 13.467) foi debatida no evento Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho, nesta sexta-feira (13), no Hotel Sheraton, em Porto Alegre.

A greve dos caminhoneiros provocou um impacto negativo muito grande no Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) de maio, divulgado nesta quinta-feira (5) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Na comparação com abril, a queda foi de 8,7%, com ajuste sazonal, e com exceção do emprego (+0,1%), todos os componentes do IDI recuaram, principalmente o faturamento real (-21,3%) e as compras industriais (-15,3%). Nas horas trabalhadas na produção e na massa salarial real as quedas foram menores: -2,2% e -0,4%, respectivamente.

A paralisação dos caminhoneiros, no final do mês passado, provocou consequências negativas para a indústria gaúcha, com perdas na produção, no emprego e nos estoques, aponta a Sondagem Industrial do RS de maio, divulgada nesta terça-feira (26) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Além disso, afetou também as expectativas dos empresários consultados, especialmente para o emprego e os investimentos.

A atividade industrial gaúcha fechou o primeiro trimestre de 2018 com crescimento de 2,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, revela pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta quarta-feira (2). Foi o melhor primeiro trimestre desde 2010 e o único aumento nesse período desde 2013, segundo o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS).

O ano de 2018 começa bem para a indústria gaúcha, aponta a Sondagem Industrial, divulgada nesta terça-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O índice que mede a evolução da produção alcançou 52,8 pontos em janeiro, o que denota um crescimento em relação a dezembro de 2017. Desde 2013, o índice não ficava acima de 50 pontos no primeiro mês do ano. Da mesma forma, o emprego (53 pontos) mostrou o primeiro crescimento no mês em oito anos. “O cenário de recuperação deve persistir nos próximos meses.

A Sondagem Industrial referente ao último trimestre de 2017, divulgada nesta terça-feira (30) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), aponta uma melhora na avaliação sobre a situação financeira das empresas. Mesmo que os índices ainda se encontrem no plano negativo (abaixo de 50 pontos), indicando insatisfação com a margem de lucro operacional (42,4), com a situação financeira (47) e dificuldades de acesso ao crédito (39,4), eles foram os mais altos desde o início de 2014.

Na Sondagem Industrial de outubro, divulgada nesta segunda-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), alguns indicadores apontam que a recuperação da indústria gaúcha começa a ganhar força. A produção (54,8 pontos) foi a maior para o mês desde 2013 (55,7), e aumentou ante o mês anterior (46,5). Ao mesmo tempo, o emprego ficou estável (50,4 pontos), no melhor resultado para o mês em sete anos.

A Modernização Trabalhista, em vigor no País a partir de 11 de novembro, dinamiza e representa um grande avanço nas relações entre contratados e contratantes, abrindo caminho para a retomada dos empregos. A posição é da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), para quem a desburocratização nas relações de trabalho valida a negociação coletiva e reduz o cenário de insegurança jurídica.

A Sondagem Industrial de agosto, divulgada nesta quinta-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra que o índice de produção do setor evoluiu de 51,6 para 55,7 pontos em agosto, em relação a julho, a maior elevação no mês desde o ano de 2010, início da série histórica. “Esse fato, juntamente com o aumento registrado em outros indicadores da pesquisa, aponta aceleração no ritmo de crescimento da atividade e perspectivas positivas para os próximos meses“, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

A atividade do setor secundário gaúcho começa o segundo trimestre de 2017 em baixa, aponta o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta terça-feira (6) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Em abril, na comparação com março, o IDI-RS caiu pela segunda vez consecutiva (-1,2%), na série com ajuste sazonal. O nível de atividade no quarto mês do ano foi o segundo mais baixo da série iniciada em 2003, o que pode ser explicado, em parte, pelo calendário: abril teve cinco dias úteis a menos do que março.