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O Sistema FIERGS participa de ação que cria condições a pequenas e médias indústrias gaúchas de obterem geração de energia com menores custos. Associadas ao Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (CIERGS) já podem aderir ao Programa Indústria Solar RS, em parceria com as empresas Engie e WEG. O programa oferece às indústrias do Estado quatro modelos padrão de sistemas fotovoltaicos em diferentes faixas de preço e com potências que variam de 13,2 kWp a 79,2 kWp.

O Rio Grande do Sul começa a aderir ao Programa Indústria Solar RS, que aos moldes do que já ocorre em Santa Catarina e Mato Grosso, oferece sistemas fotovoltaicos a serem instalados em residências e indústrias.

Regulamentada no Brasil em 2012 por meio da Resolução Normativa nº 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Geração Distribuída de Energia é aquela na qual o próprio consumidor passa a produzir a sua eletricidade. As vantagens de se aderir a esta modalidade serão debatidas na próxima quarta-feira (15), na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), durante o 2º Fórum de Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis no RS.

A geração distribuída de energia elétrica é realizada junto ou próxima ao próprio consumidor, e pode ocorrer a partir de fontes renováveis como eólica, fotovoltaica, biogás/biomassa e micro ou mini-hídrica. Para debater cenários e oportunidades nesta área que cresce no País e no Estado, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), por meio dos Conselhos de Infraestrutura (Coinfra) e de Inovação e Tecnologia (Citec), realiza em sua sede, no dia 15 de agosto, o 2º Fórum de Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis.

Representantes de empresas, entidades e municípios gaúchos participam, a partir de 12 de março, da Missão Energias Renováveis e Biogás Países Baixos, organizada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN-RS).

A adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) é o primeiro passo para o governo do Estado “arrumar a casa” e aumentar os investimentos. A avaliação é do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ao comentar a aprovação, por parte da Assembleia Legislativa, na madrugada desta quinta-feira (8), do projeto de lei complementar 249/2017, que autoriza o RS a aderir ao RRF.

Representantes de empresas e entidades gaúchas do setor de energias renováveis e biogás participam, entre 12 e 16 de março, de uma missão aos Países Baixos, organizada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O objetivo é promover a atração de investimentos para o Estado e buscar potenciais parceiros no mercado holandês. A programação prevê apresentações do governo da Holanda, de agências locais, cooperativas e fundações daquele país.

A FIERGS organiza, entre 12 e 16 de março, a Missão de Energias Renováveis e Biogás aos Países Baixos. O objetivo é promover a atração de investimentos para o Rio Grande do Sul no setor e aproximar empresas e entidades gaúchas de potencias parceiros no mercado holandês. A programação prevê apresentações do governo da Holanda, de agências locais, cooperativas e fundações daquele país. Os participantes brasileiros da missão terão também a oportunidade de realizar reuniões e visitas a empresas.

O reajuste médio de 33,5% na tarifa da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) concedido essa semana atingirá mais de 9 mil indústrias gaúchas. A estimativa é da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “O aumento da tarifa deve atrasar ainda mais a recuperação econômica do nosso Estado. Custos maiores representam queda da competitividade, da produção e do emprego”, afirma o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry. Ele ressalta que os impactos sobre o setor produtivo tendem a variar muito conforme o porte e o segmento de atuação das empresas.

O reajuste anual de 33,54% aplicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) às tarifas da CEEE para o setor industrial provocará impacto maior principalmente nas pequenas e médias indústrias, no comércio em geral e no consumidor residencial, prevê o coordenador do Conselho de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Ricardo Lins Portella Nunes. Segundo ele, quem pode migra para a produção própria de energia ou para o mercado livre, que é o caso de algumas grandes indústrias do Estado.