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Aproximar empresas interessadas em negócios envolvendo energias renováveis e eficiência energética foi o objetivo da 1ª Sessão de Negócios – Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis no Rio Grande do Sul, realizada na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quinta-feira. Essa modalidade possibilita que o usuário, seja pessoa física ou jurídica, reduza a dependência da empresa concessionária do serviço de distribuição em sua região, pois tem a capacidade de produzir, além de consumir energia.

Promover o carvão gaúcho e atrair investimentos para o Polo Carboquímico no Rio Grande do Sul é o objetivo do evento internacional Alternativas Sustentáveis do Uso do Carvão: Oportunidades do Complexo Carboquímico no Brasil – Marco regulatório para atração de investimentos. O encontro ocorre nos dias 29 e 30 de novembro de 2017, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre. Integra uma série de iniciativas do setor público para atrair investidores e ampliar os relacionamentos com fundos de investimentos internacionais e agentes do setor.

A geração de energia pelos próprios consumidores residenciais, comerciais ou industriais, é uma tendência cada vez mais crescente. Os números da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) comprovam isso. Ao ser fundada, há apenas dois anos, a entidade tinha 14 empresas associadas. Hoje, já são 350. A evolução deste mercado foi debatida nesta terça-feira (15), durante o I Fórum de Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis no RS – Tecnologia e Inovação, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).

O Rio Grande do Sul se destaca por sua grande malha de hidrovias. Quando o tema é geração de energia elétrica por meio de hidrelétricas, portanto, é uma região bastante lembrada por seu potencial natural de exploração.

Entre as possibilidades de produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis, o biogás desponta como uma das estrelas para os planos de investidores grandes e pequenos. Com a popularização da chamada Geração Distribuída de Energia, na qual os consumidores produzem o próprio insumo e ainda podem ceder o excedente para a rede nacional, gerando crédito em sua conta, o avanço tecnológico colabora e torna a ideia viável.

A geração distribuída de energia não é mais um projeto. Sem depender exclusivamente das grandes companhias estatais ou privadas, consumidores de todos os níveis – industriais, comerciais, rurais e até mesmo individuais – conseguem gerar seu próprio insumo a partir das novas tecnologias desenvolvidas. Mais do que isso: fontes renováveis estão no centro do movimento.

A geração de energia elétrica pelos próprios consumidores é realidade. Com tecnologia acessível e custo decrescente, a modalidade chamada Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis pode ser considerada uma nova revolução nas relações entre sociedades e governos, até bem pouco tempo, os únicos provedores de energia.

Para incentivar a ampliação dos investimentos do setor no Estado, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), por meio dos Conselhos de Infraestrutura (Coinfra) e de Inovação e Tecnologia (Citec), realiza o Fórum de Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis no RS. Será em 15 de agosto, na sede da entidade, em Porto Alegre.

Estão abertas as inscrições para os cursos de Pós-Graduação da Faculdade Senai de Tecnologia. Engenharia de Redes de Computadores (até 15 de março), Engenharia de Automação e Controle Industrial e Gestão de Energia e Eficiência Energética (ambos até 21 de abril) são os cursos oferecidos.
A segunda fase do Projeto Carboquímico Integrado no Estado foi concluída nesta quinta-feira (16) com a apresentação, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, de um estudo mostrando a viabilidade para a implantação de um complexo voltado ao setor em território gaúcho. Em dezembro do ano passado a FIERGS, o Sindicato Nacional da Indústria de Extração de Carvão (Sniec) e o governo do Estado assinaram um termo de cooperação técnica para o projeto.