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estoques

Os seis indicadores da Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta quinta-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), evoluíram em agosto na comparação com julho. Isso significa que o ritmo de crescimento da atividade no setor acelerou, com a produção atingindo 56,6 pontos, aumento de 3,9 em relação ao mês anterior. “O percentual de utilização da capacidade instalada das fábricas cresceu, assim como havia ocorrido em julho, e os estoques estão se ajustando.

O aumento da produção industrial em novembro de 2017, acompanhado da redução da ociosidade e de uma adequação dos estoques no setor fabril gaúcho são os aspectos mais positivos detectados pela Sondagem Industrial RS, anunciada nesta quarta-feira (10) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O índice de produção alcançou 52,8 pontos, na maior pontuação para o penúltimo mês do ano desde 2010.

A Sondagem Industrial de agosto, divulgada nesta quinta-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra que o índice de produção do setor evoluiu de 51,6 para 55,7 pontos em agosto, em relação a julho, a maior elevação no mês desde o ano de 2010, início da série histórica. “Esse fato, juntamente com o aumento registrado em outros indicadores da pesquisa, aponta aceleração no ritmo de crescimento da atividade e perspectivas positivas para os próximos meses“, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

Excesso de estoques, ociosidade elevada e redução de empregos, apesar do aumento da produção no setor em maio, foram os problemas detectados na pesquisa da Sondagem Industrial RS, divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta quarta-feira (28). Este cenário, aliado à indefinição na crise política, piora as expectativas de crescimento da demanda para os próximos seis meses.

A Sondagem Industrial de maio, divulgada nesta segunda-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revela que a produção e o emprego permanecem em baixa e a ociosidade continua alta no setor. Apesar de pouco animadores, esses resultados mostram, porém, que não há acúmulo de estoques e a percepção dos industriais gaúchos sobre a situação atual, bem como as perspectivas, ficaram menos negativas.