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A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, em decisão na reunião de diretorias na noite desta terça-feira (12), reiterou sua posição contra o tabelamento de fretes, defendendo a livre negociação entre as partes. “Muitas indústrias estão parando a produção, por não conseguir escoar os produtos devido ao frete. Esta questão afeta 80% dos setores industriais”, destaca o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry. A entidade já entrou com uma ação na Justiça Federal visando à suspensão imediata da Resolução 5.820 de 2018 da ANTT.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) ingressou hoje, sexta-feira, com uma ação na Justiça Federal visando a suspensão imediata da Resolução 5.820 de 2018 da ANTT. O presidente em exercício da FIERGS, Cezar Luiz Müller, disse que o tabelamento dos preços mínimos dos fretes desorganizou o relacionamento comercial entre as indústrias e os transportadores, com elevação exorbitante de custos e se caracterizando como uma intervenção desastrosa na livre negociação entre as partes.

“O setor industrial está na iminência de paralisar a produção. Não se trata de uma nova greve do transporte rodoviário, mas sim como decorrência da edição pela ANTT da Tabela de Preços Mínimos de Frete que traz enormes distorções nos custos de logística das fábricas." Este é o início da carta que a FIERGS enviou nesta quarta-feira (6) ao ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, solicitando a imediata suspensão da Tabela dos Fretes.

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) alerta que o tabelamento do frete e a reoneração da indústria deverá causar inflação e desemprego. O presidente em exercício da entidade, Cezar Müller, destaca que com a volta dos encargos as empresas terão que repassar os novos custos para o preço final, gerando inflação. “Os que não puderem repassar, por questões de concorrência, vão quebrar, causando desemprego”, ressaltou. “Em outras palavras: quem vai pagar é a população”.