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greve

Impulsionadas pela contabilização como exportação da plataforma de petróleo P-75, no valor de US$ 1,3 bilhão, para a subsidiária da Petrobras no Panamá, as vendas externas do Rio Grande do Sul, em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado, cresceram 67,5% e somaram US$ 2,91 bilhões. A operação também exerceu forte influência no resultado da indústria (+108%, totalizando US$ US$ 2,36 bilhões). “Convém destacar que se a plataforma não fosse incluída, as exportações do setor no Estado teriam sofrido uma redução significativa.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) e a Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Estado do RS (Fetransul) lançaram, nesta terça-feira (4), uma nota conjunta sobre a possibilidade de nova manifestação dos caminhoneiros no País. Segundo as entidades, não há sinais concretos das lideranças da categoria de que vá ocorrer uma nova paralisação do transporte de cargas a partir de segunda-feira, dia 10.

A forte retração nas compras, de 3,7%, entre junho e julho, contribuiu para a queda de 0,8% no Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta terça-feira (4) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O resultado segue as fortes oscilações ocorridas nos dois meses anteriores – cresceu 11,9% em junho e caiu 8,7% em maio –, em função da crise no transporte de cargas. “O IDI-RS mostra que a paralisação dos caminhoneiros ainda provoca consequências ao setor.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), que mede o nível de atividade da indústria gaúcha, obteve em junho o maior avanço mensal da série histórica, iniciada em janeiro de 2003.  Ao aumentar 11,9% em relação a maio, retirados os efeitos sazonais, superou os patamares anteriores à greve dos caminhoneiros.

Passado o forte impacto provocado pela greve dos caminhoneiros, a Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta quarta-feira (25) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra uma significativa evolução da atividade em junho na comparação com o mês anterior. O indicador de produção ficou em 53,5 pontos, um grande aumento em relação a maio (37,7). Foi a primeira elevação para o período desde o início da série, em 2010. A melhora, porém, representa apenas um ajuste depois do colapso da paralisação.  

Com uma pequena alta de 0,3 ponto em relação a junho, mês que foi seriamente impactado por causa da greve dos caminhoneiros e atingiu o nível mais baixo em dois anos, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) alcançou 50,7 pontos em julho. De acordo com o levantamento da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), divulgado nesta quinta-feira (19), o resultado mostra que o segundo semestre começa com uma confiança muito baixa entre os industriais gaúchos. A pesquisa varia de zero a 100, revelando otimismo a partir de 50.

A crise cambial na Argentina e a redução das vendas de carne suína provocada pelo embargo da Rússia, no contexto externo; e a greve dos caminhoneiros, no contexto interno, provocaram forte retração nas exportações da indústria de transformação gaúcha no segundo trimestre de 2018, em relação ao mesmo período de 2017. É o que revela a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), ao divulgar, nesta terça-feira (10), a Balança Comercial.

A tentativa de convocar uma greve geral para esta sexta-feira não passa de uma manobra de trabalhadores privilegiados que dispõem de tempo – não cumprem horários – porque têm estabilidade no emprego em funções do setor público ou por serem dirigentes de sindicatos protegidos pela legislação vigente. A afirmação é do presidente da FIERGS, Heitor José Müller, ao analisar a pretensa paralisação marcada para o próximo dia 30.

A greve dos auditores fiscais da Receita Federal, que vem prejudicando a movimentação das aduanas do Rio Grande do Sul, já causou um importante impacto para o setor industrial. A avaliação da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) é reforçada por um levantamento realizado junto a empresas de diversos portes no Estado. A maioria das indústrias (87,5%) revelou que está sendo afetada pela greve.
No mínimo há seis meses o Rio Grande do Sul vem sofrendo prejuízos pelo movimento de paralisação dos fiscais aduaneiros, agora agravado pela significativa intensificação do direcionamento de mercadorias para o canal vermelho. "Várias indústrias já estão reduzindo a produção, e outras irão antecipar ou adotar o sistema de férias coletivas, considerando ainda a demissão de trabalhadores. É a economia que está parando, não só diante da crise nacional, mas pelo grevismo dos funcionários".