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juros

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ressalta que os juros mais baixos são extremamente necessários para o Brasil engrenar uma recuperação mais forte, pois é preciso “urgentemente recuperar a capacidade de investimentos da economia” e, nesse contexto, o custo do crédito exerce papel fundamental. Petry entende, porém, a cautela do Banco Central (BC) diante do atual momento de incerteza em função das eleições e da necessidade de novas reformas para os próximos anos.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) considera que a manutenção da taxa Selic em 6,50% ao ano, anunciada nesta quarta-feira (1º) pelo Comitê de Política Monetária (Copom), se deu pelo fato de existirem fatores estruturais que pesam sobre a manutenção da taxa em nível elevado. “Reduzir a taxa de juros ajudaria muito na recuperação econômica, por isso, lamenta-se que os juros não tenham caído mais.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, entende que foi acertada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (25), de reduzir a taxa Selic de 8,25% para 7,5% ao ano, uma vez que o ambiente macroeconômico continua viabilizando o corte nos juros. “Porém, o cenário fiscal demanda cautela. Para que esse processo continue de maneira sustentada, é muito importante que se efetuem os ajustes fiscais necessários, como a Reforma da Previdência, alterando assim a dinâmica explosiva da dívida pública”, afirma.

A economia brasileira ainda sofre os efeitos da maior crise de sua história, cujo impacto mais forte se dá sobre os investimentos. Como consequência disso, a produção industrial do segmento de Bens de Capital diminuiu 32%, e o aumento nos custos de financiamento pode retardar ainda mais a retomada da atividade econômica.

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 1 p.p. (de 10,25% para 9,25% a.a.) foi recebida com cautela pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Devido à extensão e à profundidade da recessão, o Copom poderia ter acelerado o ritmo de queda da taxa. Mas, mais uma vez, o descontrole das finanças públicas acaba sendo um obstáculo para uma redução maior. Saída via aumento de impostos não soluciona o problema, apenas agrava a crise da economia real”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, desaprova a decisão do governo Federal de aumentar as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e a da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para a gasolina, o etanol e o diesel. Cumprir a meta fiscal de déficit primário de R$ 139 bilhões foi a justificativa para a medida, anunciada na quinta-feira (20). “O aumento ocorre porque houve gastos adicionais não previstos com a liberação de emendas parlamentares.

“A redução na taxa de juros já era esperada. Entretanto, acreditamos que essa queda poderia ter sido maior.
A Sondagem Industrial de junho, divulgada nesta quinta-feira (28) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revela uma retração no ritmo de queda e aponta a uma perspectiva de demanda que começa a se tornar positiva para os próximos meses. A perda na produção (48 pontos) foi a menos intensa registrada no mês desde 2010 e o emprego (44,7) sugere que a redução de postos de trabalho no setor é semelhante à de maio, mas inferior aos mesmos períodos em dois anos no Estado.