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meio ambiente

Restrições impostas ao plantio por órgãos da área ambiental e excesso de burocracia ameaçam um dos mais importantes setores industriais no Estado. O assunto foi tema de debate durante esta quinta-feira (17), no Encontro da Cadeia Produtiva de Base Florestal, promovido pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), por meio do Comitê da Indústria de Base Florestal e Moveleira. “Este evento discute uma política de desenvolvimento para essa importante atividade econômica integrada.

Chineses, ingleses, argentinos, colombianos, bolivianos, uruguaios, mexicanos e estudantes de outras nacionalidades procuram no Vale dos Sinos, um centro de formação e pesquisa na área do couro. O Instituto Senai de Tecnologia do Couro e Meio Ambiente, em Estância Velha, tem uma estrutura única no mundo que conta com serviços laboratoriais e de consultoria, além da escola que capacita trabalhadores para o segmento industrial. Todos os anos, a “Escola”, como é chamada na cidade, recebe estudantes de países do mundo todo.

Foi lançado oficialmente nesta quinta-feira (1° de março) o livro “Para sempre a Escola... 50 anos bem curtidos...”, alusivo aos 50 anos do Instituto  Senai de Tecnologia Couro e Meio Ambiente (Escola de Curtimento), em reunião–almoço da Associação das Indústrias de Curtume do Rio Grande do Sul (AICSul), realizada na sede da ABQTIC (Associação Brasileira dos Tecnicos e Quimicos da Indústria do Couro), em Estância Velha. O evento contou com a presença do presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

A secretária estadual do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), Ana Pellini, apresentou na terça-feira (4) os principais resultados de um mutirão realizado com o Conselho de Meio Ambiente da FIERGS (Codema). O poder público e a entidade industrial trabalharam em conjunto para agilizar a análise dos processos de pedidos do setor pela outorga de direito de uso da água.

A reunião conjunta dos Conselhos de Meio Ambiente (Codema), Infraestrutura (Coinfra) e do Comitê de Base Florestal e Moveleira (Combase) da FIERGS, nesta terça-feira (9), debateu junto com a secretária do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema) do Estado, Ana Pellini, o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE).  O coordenador do Codema, Walter Fichtner, que conduziu a reunião, destacou a apreensão da indústria com o tema. “O Rio Grande do Sul já teve uma experiência de zoneamento que veio a ser amplamente restritiva a uma atividade produtiva.

O Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) do Rio Grande do Sul, um instrumento de planejamento de ordenamento de uso de território, chegará a sua segunda etapa de consultas à sociedade em junho. Para tanto, serão realizadas as oficinas de diagnóstico, em diferentes cidades gaúchas.

O gerente de Assuntos Corporativos da Coca-Cola Femsa Brasil, Rodrigo Simonato, revelou ao presidente da FIERGS, Heitor José Müller, em encontro na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, nesta quarta-feira (8), o interesse da companhia em “participar ativamente de programas de responsabilidade social e meio ambiente”. Para isso, entende Simonato, é importante a parceria da empresa com a entidade industrial gaúcha.
Ocorreu nesta terça-feira, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, o encontro técnico conjunto entre FIERGS e a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), apresentando a participação das entidades no Zoneamento Ecológico Econômico do Estado – ZEE-RS. “Vemos o zoneamento com um grau de incerteza porque deste produto supõe-se que serão apresentadas zonas com indicação de escalas de vulnerabilidade ambiental.
A força da indústria nacional, que pode dar sustentação à retomada de crescimento econômico brasileiro, está diretamente ligada à aprovação de reformas estruturais que tramitam no Congresso Nacional. Esse é um dos consensos resultantes da realização do Seminário RedIndústria, nos dias 1º e 2 fevereiro, em Brasília, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com a presença de representantes de Federações de Indústrias de 27 estados e de cerca de 80 associações setoriais.
Se por um lado o Brasil e o Rio Grande do Sul vivem tempos de crise econômica e política, na área ambiental o ano de 2016 foi marcado por importantes definições, que devem contribuir com maior transparência e segurança jurídica para as empresas e para a comunidade como um todo.