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PIB

Após duas fortes quedas consecutivas em 2015 (-3,5%) e 2016 (-3,6%), a economia brasileira começa a apresentar os primeiros resultados positivos. A expectativa é de crescimento de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 e de intensificação no processo de recuperação em 2018. As projeções são da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), que apresentou em entrevista coletiva, nesta terça-feira (5), o Balanço 2017 e Perspectivas 2018.

O Brasil vive "o momento ideal" para receber investimentos estrangeiros diante dos sinais mais sólidos de retomada da economia, avaliou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, durante o I Encontro Brasil-Emirados Árabes Unidos em Abu Dhabi, nesta terça-feira (17). No seminário, realizado em parceria com a embaixada brasileira, foi traçado um panorama do atual cenário econômico e apresentadas oportunidades de negócios bilaterais. O presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, participou do evento.

Desempenho e perspectivas para a economia do País e o PIB do Brasil no primeiro trimestre de 2017 foram os temas tratados, nesta sexta-feira (9), durante a 30ª reunião do Fórum de Economia da FIERGS, coordenado por Humberto César Busnello, e que contou com a participação do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Heitor José Müller, e de industriais gaúchos.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, considera o atual período econômico o “pior da história do Brasil”, com dois anos consecutivos de profunda queda no PIB – Produto Interno Bruto (no ano passado, a economia encolheu 3,6%, e 3,8% em 2015). Apesar disso, vê alguma perspectiva para o futuro. “Trabalhamos em uma quase estabilidade.
 
Um estudo elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que a indústria diminuiu sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) em quase todos os Estados brasileiros, a reboque da perda de competitividade no cenário nacional. De 2010 a 2013 – último dado disponível para o levantamento estadual –, 23 unidades da Federação sofreram retração do setor na composição do PIB estadual, inclusive o Rio Grande do Sul.
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro expandiu 0,1% em 2014. O resultado quase nulo foi puxado pela desaceleração de 1,2% do setor industrial, que há uma década perde participação no total da economia. A representação da indústria de transformação passou de 17,9%, em 2004, para 10,9% no ano passado. “Falta uma política industrial que gere um ambiente no qual todos os setores produtivos tenham as mesmas condições de competitividade, pois o que vimos até agora foram apenas medidas pontuais e paliativas.

"O aumento do PIB foi um reflexo da forte aceleração da economia brasileira. A indústria, que tinha sido a mais afetada com a crise mundial, reagiu e empurrou a economia para cima, mostrando o empenho dos empreendedores em continuar investindo e produzindo.

"O resultado do PIB no segundo trimestre ajuda a reduzir as perdas registradas com a crise, mas não deve evitar que o ano encerre com uma taxa negativa", afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre, ao avaliar o índice de 1,9% do Produto Interno Bruto, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE). O industrial destaca também que um nível de investimento mais baixo, como o verificado no período, "reflete a incerteza do empresário com o futuro".

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) manifestou apoio à ideia da Bancada Federal Gaúcha de selar um pacto para que os dividendos da exploração de petróleo do pré-sal sejam distribuídos a todos os Estados brasileiros. A proposta foi anunciada pelo coordenador da Bancada, deputado Beto Albuquerque. "Não é adequado que uma riqueza nacional fique restrita a beneficiar apenas três Estados, que por questões de geografia têm litoral nas áreas do pré-sal", afirmou o presidente da FIERGS, Paulo Tigre.

FIERGS avaliou resultado do Produto Interno Bruto

"Nesse primeiro momento, os setores industriais mais prejudicados pela desaceleração econômica mundial e que impactaram no PIB são aqueles voltados para as exportações e ao segmento de bens de capital e consumo duráveis", disse o presidente em exercício da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Bolivar Moura, ao avaliar, nesta terça-feira (10), a queda de 3,6% no Produto Interno Bruto (PIB) do País no último trimestre de 2008, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).