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Profissionais da indústria, representantes de universidades, sindicatos, associações e agentes de fomento se encontrarão, no dia 20 de novembro, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Em debate estarão formas de se viabilizar projetos de desenvolvimento e a adoção de tecnologia no ambiente de produção 4.0 na manufatura avançada, envolvendo provedores de soluções e instituições detentoras de infraestrutura tecnológica.

Realizada entre 1º e 15 de outubro, a Sondagem Industrial RS, divulgada nesta segunda-feira (29) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revela que dois importantes indicadores caíram na comparação com agosto. A produção ficou em 46,4 pontos, abaixo da linha divisória dos 50, uma forte redução em relação ao mês anterior, quando alcançou 56,6 pontos. O emprego, por sua vez, passou de 50,9 para 49,1 pontos. “A ociosidade das indústrias aumentou.

Os seis indicadores da Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta quinta-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), evoluíram em agosto na comparação com julho. Isso significa que o ritmo de crescimento da atividade no setor acelerou, com a produção atingindo 56,6 pontos, aumento de 3,9 em relação ao mês anterior. “O percentual de utilização da capacidade instalada das fábricas cresceu, assim como havia ocorrido em julho, e os estoques estão se ajustando.

Passado o forte impacto provocado pela greve dos caminhoneiros, a Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta quarta-feira (25) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra uma significativa evolução da atividade em junho na comparação com o mês anterior. O indicador de produção ficou em 53,5 pontos, um grande aumento em relação a maio (37,7). Foi a primeira elevação para o período desde o início da série, em 2010. A melhora, porém, representa apenas um ajuste depois do colapso da paralisação.  

O aumento da produção industrial em novembro de 2017, acompanhado da redução da ociosidade e de uma adequação dos estoques no setor fabril gaúcho são os aspectos mais positivos detectados pela Sondagem Industrial RS, anunciada nesta quarta-feira (10) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O índice de produção alcançou 52,8 pontos, na maior pontuação para o penúltimo mês do ano desde 2010.

Na Sondagem Industrial de outubro, divulgada nesta segunda-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), alguns indicadores apontam que a recuperação da indústria gaúcha começa a ganhar força. A produção (54,8 pontos) foi a maior para o mês desde 2013 (55,7), e aumentou ante o mês anterior (46,5). Ao mesmo tempo, o emprego ficou estável (50,4 pontos), no melhor resultado para o mês em sete anos.

Ocorreu nesta terça-feira, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, o encontro técnico conjunto entre FIERGS e a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), apresentando a participação das entidades no Zoneamento Ecológico Econômico do Estado – ZEE-RS. “Vemos o zoneamento com um grau de incerteza porque deste produto supõe-se que serão apresentadas zonas com indicação de escalas de vulnerabilidade ambiental.
Apesar de os indicadores da Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta quinta-feira (2) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revelarem queda na produção por permanecerem abaixo da linha dos 50 pontos, a pesquisa traz uma perspectiva mais otimista para o futuro. Realizada com 248 empresas gaúchas de pequeno, médio e grande porte, no período de 1º a 13 de fevereiro, a sondagem aponta que as expectativas para os próximos seis meses cresceram, na comparação com o resultado de janeiro.
No mínimo há seis meses o Rio Grande do Sul vem sofrendo prejuízos pelo movimento de paralisação dos fiscais aduaneiros, agora agravado pela significativa intensificação do direcionamento de mercadorias para o canal vermelho. "Várias indústrias já estão reduzindo a produção, e outras irão antecipar ou adotar o sistema de férias coletivas, considerando ainda a demissão de trabalhadores. É a economia que está parando, não só diante da crise nacional, mas pelo grevismo dos funcionários".
O menor número de dias úteis em julho (21), em relação ao mês anterior (22), explica em parte o início de semestre ruim para a indústria gaúcha, que registrou uma queda de 2,8% em sua atividade, na série dessazonalizada, atingindo o patamar mínimo histórico. O resultado aparece no Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta segunda-feira (5) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).