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A forte retração nas compras, de 3,7%, entre junho e julho, contribuiu para a queda de 0,8% no Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta terça-feira (4) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O resultado segue as fortes oscilações ocorridas nos dois meses anteriores – cresceu 11,9% em junho e caiu 8,7% em maio –, em função da crise no transporte de cargas. “O IDI-RS mostra que a paralisação dos caminhoneiros ainda provoca consequências ao setor.

A indústria de transformação gaúcha reduziu em 12,7% suas exportações em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, ao vender para o exterior US$ 897 milhões. Contribuíram mais significativamente para este resultado negativo Máquinas e equipamentos, com queda de 28,2%; e Veículos automotores, com -20,3%. Os segmentos de Alimentos (9,2%) e Celulose e Papel (20,5%) se destacaram positivamente, insuficiente, todavia, para compensar as perdas.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), que mede o nível de atividade da indústria gaúcha, obteve em junho o maior avanço mensal da série histórica, iniciada em janeiro de 2003.  Ao aumentar 11,9% em relação a maio, retirados os efeitos sazonais, superou os patamares anteriores à greve dos caminhoneiros.

A crise cambial na Argentina e a redução das vendas de carne suína provocada pelo embargo da Rússia, no contexto externo; e a greve dos caminhoneiros, no contexto interno, provocaram forte retração nas exportações da indústria de transformação gaúcha no segundo trimestre de 2018, em relação ao mesmo período de 2017. É o que revela a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), ao divulgar, nesta terça-feira (10), a Balança Comercial.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), que mede o nível de atividade do setor no Estado, caiu 0,3% em outubro em relação a setembro, feito o ajuste sazonal. O resultado, divulgado nesta terça-feira (12) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), deve-se à influência provocada pela redução de 2,1% nas compras industriais, embora todos os demais componentes do IDI-RS tenham se mantido positivos: faturamento real (2,7%) voltou a crescer, o mesmo ocorrendo com as horas trabalhadas (1%), enquanto a utilização da capacidade instalada-UCI (0,1 p.p.) ficou estável em 79,4%.

Depois de subir 1,5% em julho, o Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI/RS), divulgado nesta quarta-feira (4) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), caiu 0,9% em agosto, na comparação com o mês anterior (com ajuste sazonal). “A queda do IDI não surpreende, pois foi influenciada pela forte retração nas compras industriais, embora os demais indicadores tenham registrado resultados positivos.

As exportações do Rio Grande do Sul caíram em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado. A análise desagregada mostra que a indústria de transformação interrompeu uma sequência de nove altas consecutivas nessa base de comparação, ao recuar 2,6% (total de US$ 1,13 bilhão). Já as vendas externas totais somaram US$ 1,74 bilhão, o que representa queda de 0,6% em relação ao mesmo período. ”Já estávamos observando com preocupação a perda de dinâmica do setor exportador da indústria gaúcha ao longo dos últimos meses.

A instabilidade política, que provoca incerteza em relação à aprovação das reformas trabalhista e da Previdência, abala a confiança do industrial gaúcho. O resultado é detectado no Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado nesta quarta-feira (21) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).  Na passagem de maio para junho, caiu 2,9 pontos, chegando a 52,7.

Para a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), a decisão do Copom de cortar um ponto percentual (para 11,25%) e acelerar o ritmo de queda da Selic é acertada, uma vez que alguns fatores, com o a redução do IPCA, que registrou o menor valor para o mês de março (0,23%) desde 2012, permanecem viabilizando o corte dos juros sem o aumento das pressões inflacionárias. “Se esse processo continuar de maneira sustentada, a agenda de reformas deverá prosseguir.

Apesar de os indicadores da Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta quinta-feira (2) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revelarem queda na produção por permanecerem abaixo da linha dos 50 pontos, a pesquisa traz uma perspectiva mais otimista para o futuro. Realizada com 248 empresas gaúchas de pequeno, médio e grande porte, no período de 1º a 13 de fevereiro, a sondagem aponta que as expectativas para os próximos seis meses cresceram, na comparação com o resultado de janeiro.