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A redução da taxa básica de juros pelo Banco Central, que desde o final de 2016 passou de 14,25% para 6,5% ao ano, ainda não trouxe totalmente os reflexos esperados pelas empresas, na avaliação do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry. A diminuição da Selic, cujo objetivo é o de estimular a atividade econômica que hoje atinge o menor patamar desde 1999, tem frustrado as expectativas dos empresários.

“A redução na taxa de juros contribui para a retomada econômica. Para que os ciclos de queda sejam mais longos é imprescindível, contudo, que se ajuste a questão fiscal e isso só será possível com reduções pelo lado da despesa e reformas estruturais no País”, disse o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ao comentar a decisão do Copom em reduzir, nesta quarta-feira (21), em 0,25 p.p. a taxa de juros, passando para 6,50%.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), que mede o nível de atividade do setor no Estado, após dois meses de crescimento apresentou um recuo de 2% em janeiro, na comparação com dezembro de 2017, feito o ajuste sazonal. Esta queda, porém, comum em períodos de volatilidade que caracterizam as fases de retomada econômica, não indica que a recuperação do setor é interrompida. Prova disso é que, ao comparar os dados com o mesmo período de 2017, o IDI-RS, produzido a partir de pesquisa da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), teve uma alta de 5%.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), que mede o nível de atividade do setor no Estado, caiu 0,3% em outubro em relação a setembro, feito o ajuste sazonal. O resultado, divulgado nesta terça-feira (12) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), deve-se à influência provocada pela redução de 2,1% nas compras industriais, embora todos os demais componentes do IDI-RS tenham se mantido positivos: faturamento real (2,7%) voltou a crescer, o mesmo ocorrendo com as horas trabalhadas (1%), enquanto a utilização da capacidade instalada-UCI (0,1 p.p.) ficou estável em 79,4%.

Depois de subir 1,5% em julho, o Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI/RS), divulgado nesta quarta-feira (4) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), caiu 0,9% em agosto, na comparação com o mês anterior (com ajuste sazonal). “A queda do IDI não surpreende, pois foi influenciada pela forte retração nas compras industriais, embora os demais indicadores tenham registrado resultados positivos.

As exportações do Rio Grande do Sul caíram em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado. A análise desagregada mostra que a indústria de transformação interrompeu uma sequência de nove altas consecutivas nessa base de comparação, ao recuar 2,6% (total de US$ 1,13 bilhão). Já as vendas externas totais somaram US$ 1,74 bilhão, o que representa queda de 0,6% em relação ao mesmo período. ”Já estávamos observando com preocupação a perda de dinâmica do setor exportador da indústria gaúcha ao longo dos últimos meses.

A instabilidade política, que provoca incerteza em relação à aprovação das reformas trabalhista e da Previdência, abala a confiança do industrial gaúcho. O resultado é detectado no Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado nesta quarta-feira (21) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).  Na passagem de maio para junho, caiu 2,9 pontos, chegando a 52,7.

Para a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), a decisão do Copom de cortar um ponto percentual (para 11,25%) e acelerar o ritmo de queda da Selic é acertada, uma vez que alguns fatores, com o a redução do IPCA, que registrou o menor valor para o mês de março (0,23%) desde 2012, permanecem viabilizando o corte dos juros sem o aumento das pressões inflacionárias. “Se esse processo continuar de maneira sustentada, a agenda de reformas deverá prosseguir.

Apesar de os indicadores da Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta quinta-feira (2) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revelarem queda na produção por permanecerem abaixo da linha dos 50 pontos, a pesquisa traz uma perspectiva mais otimista para o futuro. Realizada com 248 empresas gaúchas de pequeno, médio e grande porte, no período de 1º a 13 de fevereiro, a sondagem aponta que as expectativas para os próximos seis meses cresceram, na comparação com o resultado de janeiro.
Dezembro de 2016 revelou a menor queda de produção dos últimos cinco anos para a indústria gaúcha. O tradicional desaquecimento sazonal da atividade para o mês, de 39,4 pontos, ficou atrás apenas de dezembro de 2011, quando o índice atingiu 41,7 pontos. A pesquisa Sondagem Industrial foi divulgada nesta quarta-feira (25) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).