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reforma trabalhista

O empresário gaúcho acredita que a modernização trabalhista terá impacto positivo na geração de empregos e nos investimentos, revela a Sondagem Industrial Especial RS – Reforma Trabalhista do terceiro trimestre de 2017, divulgada nesta segunda-feira (18) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). A consequência dessa atualização da legislação, segundo o levantamento, será uma maior segurança jurídica nas relações entre empresas e empregados, expectativa compartilhada por 75,2%.

Após duas fortes quedas consecutivas em 2015 (-3,5%) e 2016 (-3,6%), a economia brasileira começa a apresentar os primeiros resultados positivos. A expectativa é de crescimento de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 e de intensificação no processo de recuperação em 2018. As projeções são da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), que apresentou em entrevista coletiva, nesta terça-feira (5), o Balanço 2017 e Perspectivas 2018.

Diagnóstico e Gestão dos Contratos de Terceirização, Possibilidade de Migração do Contrato Trabalhista para o Contrato de Terceirização, Relação Custo/Benefício da Terceirização e seus Impactos Econômicos nos Negócios estarão em pauta no dia 28 de novembro, na FIERGS. Será durante o painel Diálogos com a Indústria – Diagnóstico, Gestão e Adequação dos Contratos de Terceirização e os Riscos e Oportunidades Econômicas nos Negócios, das 10h às 12h. A realização é da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, por meio do Conselho de Reações do Trabalho (Contrab).

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira (10), na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), que o País começa a mudar em função de uma agenda intensa de reformas estabelecida pelo governo. “Saímos da recessão mais longa da história. Estamos no início de um novo ciclo de crescimento sustentado, e este ciclo será caracterizado por longa duração e baixa volatilidade”, assegurou Meirelles, durante a palestra A Recuperação da Economia Brasileira e as Reformas para o País Avançar, garantindo que haverá uma redução do papel do Estado na economia.

As micro e pequenas empresas representam 27% do Produto Interno Bruto e 54% dos empregos no Brasil, segundo dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Para debater o futuro tributário dessas companhias, por conta das mudanças previstas na Lei Complementar 155/2016, foi realizado um evento dos Conselhos da Pequena e Média Indústria (Copemi) e de Assuntos Tributários, Legais e Cíveis (Contec) da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quinta-feira. 

A Modernização Trabalhista, em vigor no País a partir de 11 de novembro, dinamiza e representa um grande avanço nas relações entre contratados e contratantes, abrindo caminho para a retomada dos empregos. A posição é da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), para quem a desburocratização nas relações de trabalho valida a negociação coletiva e reduz o cenário de insegurança jurídica.

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou durante palestra realizada nesta segunda-feira (30), na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), que a modernização da legislação trabalhista aprovada pelo Congresso Nacional está baseada em três eixos. O primeiro deles é consolidar direitos de contratados e contratantes. O segundo trata-se da segurança jurídica, dando aos acordos coletivos força de lei.

Terceirização, jornada de trabalho e a valorização do negociado sobre o legislado foram alguns dos temas em debate, nesta terça-feira (5), no Teatro do Sesi, no evento “Reforma Trabalhista – O que muda?”, realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) com apoio do Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa). Cerca de mil participantes ouviram juiz, desembargadores, advogados e empresários sobre a aprovação da Lei 13.467/2017, que entra em vigor em novembro.

Será na próxima terça-feira, 5 de setembro, o evento “Reforma Trabalhista – O que muda?”.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, foi um dos palestrantes do Debate Nacional da Reforma Trabalhista, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. O painel, realizado nesta sexta-feira (25), teve como tema "O Trabalho em Reforma: velhas formas de trabalho demandam a Reforma?". As novas regras sancionadas pelo governo Federal, em 13 de julho, entram em vigor em novembro. As alterações concentraram-se em três eixos: consolidação de direitos, segurança jurídica e geração de empregos.