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A redução da taxa básica de juros pelo Banco Central, que desde o final de 2016 passou de 14,25% para 6,5% ao ano, ainda não trouxe totalmente os reflexos esperados pelas empresas, na avaliação do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry. A diminuição da Selic, cujo objetivo é o de estimular a atividade econômica que hoje atinge o menor patamar desde 1999, tem frustrado as expectativas dos empresários.

 
"Entendemos e apoiamos a preocupação do Copom com a queda na taxa de inflação. Entretanto, a recessão já atinge a produção industrial gaúcha, com queda de 9,5% nos últimos 12 meses e, ao final de 2016, serão três anos consecutivos de queda.

"A persistência da desaceleração da economia evidenciam os gargalos do sistema produtivo brasileiro. Neste momento, a queda dos juros é importante, pois incentiva os investimentos, que são a chave para o crescimento futuro sem pressões inflacionárias", afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, nesta quarta-feira (18), ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que diminuiu a Selic de 9,75% para 9% ao ano.

Mais de 2,4 mil crianças assistiram a peça A Máquina do Tempo na última terça-feira (17) abrindo a temporada do Sesi Crescendo com Arte, no Teatro do Sesi. O espetáculo foi apresentado pelo grupo Oigalê. Dia 8 de maio será a vez de O Patinho Feio.