Sindarroz-RS destaca protagonismo da indústria do arroz e busca avanços em competitividade
Entidade representa mais de 100 indústrias, que respondem por cerca de 80% do beneficiamento de arroz no RS
Atuamos a favor da indústria gaúcha estimulando a cooperação entre empresas, ampliando a oferta de produtos e serviços e apoiando o desenvolvimento de novos mercados e sua internacionalização. Juntamente com o SESI, SENAI e IEL, apresentamos soluções que aumentam a competitividade da nossa indústria.
Entidade representa mais de 100 indústrias, que respondem por cerca de 80% do beneficiamento de arroz no RS
Com papel estratégico para a economia gaúcha e nacional, o Sindicato da Indústria do Arroz do Rio Grande do Sul (Sindarroz-RS) inicia um novo ciclo de gestão após a recente reeleição de sua diretoria, liderada pelo presidente Dudu Nunes. Representando mais de 100 indústrias, a entidade responde por cerca de 80% do beneficiamento de arroz no Estado e por aproximadamente 70% da produção nacional, consolidando o Rio Grande do Sul como o maior polo de beneficiamento do grão fora da Ásia.
Além da expressiva participação produtiva, a cadeia do arroz tem impacto socioeconômico relevante, sendo base de arrecadação em mais de 200 municípios gaúchos e responsável por cerca de 26 mil empregos diretos. O setor também ocupa posição de destaque na economia estadual, figurando entre as seis maiores arrecadações de ICMS, especialmente no âmbito do setor primário.
Apesar da relevância, a indústria do setor enfrenta desafios estruturais importantes. Entre eles, a perda de competitividade decorrente de distorções tributárias entre os estados, que impactam diretamente a concorrência. Segundo Nunes, esse é hoje o principal entrave, exigindo medidas que garantam condições mais equilibradas até a plena implementação da Reforma Tributária, prevista para 2033. “Questões como custos logísticos, exigências regulatórias e entraves ambientais também integram a pauta de atenção da nossa entidade”, adiciona Nunes.
Por outro lado, o Sindarroz destaca avanços institucionais relevantes, como a maior aproximação com o Sistema FIERGS, que passou a incorporar de forma mais estruturada as demandas do setor por meio de núcleos específicos. A iniciativa, que inclui a recente criação do Grupo Setorial da Indústria (GSI) focado na cadeia do arroz, é vista com otimismo pela entidade, que projeta ganhos em representatividade e articulação.
Como marca da gestão, Nunes ressalta a construção de um ambiente de maior integração entre os diferentes elos da cadeia produtiva, indústria, produtores e cooperativas, fortalecendo a atuação conjunta em defesa de pautas estratégicas. Para o novo mandato, a prioridade segue sendo o aumento da competitividade, aliado à formação de novas lideranças, garantindo sustentabilidade e continuidade ao desenvolvimento do setor.
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