AV. ASSIS BRASIL, 8787, SARANDI, PORTO ALEGRE-RS | CENTRAL DE ATENDIMENTO 0800 51 8555 

Você está aqui

Exportações crescem em agosto no RS

Exportações
 
Puxadas pelas commodities, que somaram US$ 582 milhões, um crescimento de 16,4%; e pela indústria de transformação, com US$ 1,16 bilhão (+8%), as exportações totais no Rio Grande do Sul alcançaram US$ 1,75 bilhão no último mês, um incremento de 9,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Este resultado foi favorecido pelo maior número de dias úteis em agosto de 2016 (23) na comparação com 2015 (21). “Seguimos enfrentando dificuldades para aumentar nossas vendas no exterior. A valorização da taxa de câmbio desde o início do ano, a queda relevante da demanda de alguns mercados, como Venezuela e Rússia, e a persistência do crescimento dos custos de produção são alguns dos elementos que preocupam o setor exportador gaúcho”, alerta o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, ao comentar os números divulgados nesta terça-feira-feira (13). Por meio do cálculo do valor médio exportado pelo total de dias úteis, a indústria acabou embarcando menos nessa base de comparação: queda de 1,4%.
 
A maioria das categorias do setor secundário no RS registrou aumento em suas operações de exportação no mês: 12 cresceram, seis caíram e cinco permaneceram estáveis. As principais influências positivas vieram de Veículos Automotores, Reboques e Carrocerias (50,8%), Tabaco (48,5%) e Alimentos (11,7%). Por sua vez, Celulose e Papel (-31,5%) e Produtos Químicos (-27,7%) exerceram as maiores contribuições negativas. 
 
No acumulado do ano entre janeiro e agosto, as mais fortes perdas na indústria ficaram por conta de Produtos Químicos (-12,1%), Alimentos (-9,2%) e Máquinas e Equipamentos (-8,6%). O destaque positivo segue com Celulose e Papel (173%). 
 
IMPORTAÇÕES
As importações, por sua vez, tiveram uma elevação de 13,8%, somando US$ 835 milhões. Foi a primeira subida na comparação interanual depois de 20 meses consecutivos de recuo. Na classificação por categoria de uso, as compras de Bens Intermediários foram o principal destaque (63,9%). Por outro lado, Combustíveis e Lubrificantes (-69,8%) e Bens de Capital (-45,4%) sofreram fortes retrações.