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IDI-RS recupera perdas do primeiro mês do ano

Pesquisa

O Índice de Desempenho Industrial do RS (IDI-RS), divulgado nesta quarta-feira (3) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), cresceu 1% em fevereiro, na comparação com janeiro de 2019, na série com ajuste sazonal, o que recupera a perda ocorrida no primeiro mês do ano, agora revisada de -1% para -0,4%. Parte da influência para o resultado positivo se deu pelo maior número de dias úteis do que o normal no mês, devido ao carnaval em março.

O IDI-RS mede o nível de atividade do setor industrial, a partir da influência de seis variáveis apuradas junto às empresas gaúchas pela Pesquisa Indicadores Industriais do RS: faturamento, horas trabalhadas na produção, utilização da capacidade instalada, compras totais, emprego e massa salarial. Em fevereiro, quatro componentes – compras industriais (3%), massa salarial real (0,8%), emprego (0,5%) e as horas trabalhadas na produção (0,3%) – tiveram elevação na comparação com janeiro, feito o ajuste sazonal. Já o faturamento real (-1%) e a utilização da capacidade instalada-UCI (-0,7 ponto percentual) caíram.

Em relação a fevereiro de 2018, com dois dias úteis a mais em 2019 o IDI-RS aumentou 2,6%, a nona alta seguida na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Com isso, a atividade industrial fechou o primeiro bimestre com expansão de 2,3% ante os primeiros dois meses de 2018. Cinco dos seis componentes do IDI-RS mostraram alta no primeiro bimestre: faturamento real (8,2%), UCI (+2,1 pontos percentuais), compras industriais (1,2%), emprego (0,6%) e horas trabalhadas na produção (0,4%). A exceção foi a massa salarial, que caiu 1,5% em termos reais (descontada a inflação no período). 

ATIVIDADE NO BIMESTRE
Na relação por setores, o desempenho da atividade industrial em 2019 é desigual. O crescimento no primeiro bimestre foi puxado, principalmente, por Veículos automotores (19,6%) e Tabaco (23,9%). Outras contribuições relevantes vieram de Máquinas e equipamentos (3%), Borracha e plástico (3%), Metalurgia (6,4%) e Móveis (2,7%). As quedas mais influentes ficaram em Alimentos (-2%), Químicos e refino de petróleo (-2,4%), Couros e calçados (-5,7%) e Produtos de metal (-0,4%).

Mais informações em http://www.fiergs.org.br/pt-br/economia.