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Para FIERGS, taxa de juros pode ser reduzida se ritmo de recuperação da economia continuar lento

Economia

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) entende que, ao manter a taxa Selic em 6,5% ao ano, nesta quarta-feira (6), o Comitê de Política Monetária (Copom) ainda levou em conta a recuperação econômica oscilante no País. Mas segundo a entidade, caso a economia mantenha o lento ritmo de crescimento o Banco Central pode promover novos cortes na taxa de juros. “Dada a magnitude da recessão dos últimos anos e a dificuldade de recuperação da economia, existe a oportunidade de darmos maiores passos nessa direção. Sabemos, contudo, que a Selic está em seu mínimo histórico e situação fiscal é muito crítica, de forma que os riscos de longo prazo estão presentes”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

De acordo com Petry, para que o governo possa agir no sentido de reduzir a taxa de juros, também o encaminhamento da reforma da Previdência é fundamental. A FIERGS destaca que outro fator que contribui para a manutenção da taxa Selic é que esta foi a última reunião sob o comando do atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. A próxima, em 20 de março, deve ser conduzida pelo novo comandante da instituição escolhido pelo governo Bolsonaro, Roberto Campos Neto.