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Dar sequência ao projeto de aproximação entre o Rio Grande do Sul e a província argentina de Misiones foi o objetivo do seminário realizado na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta terça-feira (10).

As exportações totais do Rio Grande do Sul somaram US$ 1,79 bilhão e apresentaram um crescimento muito pequeno em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado: 0,6%. Em uma análise desagregada, o grupo das commodities (totalizando US$ 718 milhões) caiu 1,1%. A indústria de transformação, por sua vez, embarcou US$ 1,05 bilhão, incremento de apenas 1,2%, bem inferior ao do Brasil no período, que foi de 4,5%.

Influenciadas positivamente pelas commodities, que subiram 36% e somaram US$ 605 milhões, as exportações totais do Rio Grande do Sul aumentaram 14,8% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Totalizaram US$ 1,51 bilhão. A soja foi o principal produto do grupo, com US$ 551 milhões, um acréscimo de 35,3% na mesma base de comparação, com compras especialmente da China.

O Seminário Bilateral Oportunidades de Negócios foi um dos primeiros compromissos da delegação oficial gaúcha nesta segunda-feira, 13 de março, em Mendoza, na Argentina. O evento técnico faz parte da agenda para incrementar as relações comerciais entre o Estado e o país vizinho. A vice-presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Maristela Longhi, acompanha a comitiva, formada por gestores, empresários e liderada pelo governador do Estado, José Ivo Sartori.

A vice-presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Maristela Cusin Longhi, e o diretor e coordenador do Conselho de Agroindústria da entidade (Conagro), Marcos Oderich, participam na próxima segunda e terça-feira, 13 e 14 de março, da assinatura de acordos de cooperação bilateral entre o governo do Estado e as províncias argentinas de Mendoza e Misiones. O país vizinho é o maior parceiro comercial dos gaúchos no Mercosul.

O futuro do Mercosul e a situação política e econômica do Brasil estiveram entre os temas tratados pelo cônsul geral da Argentina em Porto Alegre, Carlos Garcia Baltar; e o presidente da FIERGS, Heitor José Müller, nesta terça-feira (20), em encontro realizado na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul. Baltar agradeceu o apoio da entidade no trabalho de parceria em 2016 em assuntos de interesse comum entre o país e a indústria gaúcha.
Ao somarem US$ 1,3 bilhão em setembro, as exportações do Rio Grande do Sul fecharam com uma queda de 37,9% em relação ao mesmo mês de 2015. Considerando apenas a indústria, que alcançou US$ 1,07 bilhão e representou 82,4% do total embarcado pelo Estado, a retração chegou a 33%. O resultado foi bastante influenciado pelo desempenho atípico do ano passado, em função da exportação de uma plataforma de petróleo e gás (P-67) no valor de US$ 394,1 milhões.
 
Puxadas pelas commodities, que somaram US$ 582 milhões, um crescimento de 16,4%; e pela indústria de transformação, com US$ 1,16 bilhão (+8%), as exportações totais no Rio Grande do Sul alcançaram US$ 1,75 bilhão no último mês, um incremento de 9,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Este resultado foi favorecido pelo maior número de dias úteis em agosto de 2016 (23) na comparação com 2015 (21). “Seguimos enfrentando dificuldades para aumentar nossas vendas no exterior.

Para "recompor os vínculos com um Estado tão importante como o Rio Grande do Sul", segundo declarou o próprio diplomata, o cônsul-geral da Argentina, Carlos César García Baltar, esteve reunido nesta sexta-feira, na FIERGS, com o presidente da entidade, Heitor José Müller. "O Estado tem muita importância geopolítica e econômica, e um setor industrial poderoso. Precisamos contribuir para tentar melhorar as relações", comentou Baltar, que está em sua segunda passagem por este cargo em Porto Alegre.

Com 750 mil pares de calçados aguardando liberação e centenas de carretas com produtos alimentícios retidas na alfândega, a indústria gaúcha continua a sofrer fortes consequências das barreiras impostas pela Argentina aos produtos brasileiros. "Enquanto o Brasil é superavitário no intercâmbio com aquele país, o Rio Grande do Sul tem déficit na sua balança.