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O empreendedor gaúcho continua pessimista em relação à recuperação na economia do País este ano. Em fevereiro, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), atingiu 38,6 pontos, 0,4 a mais na comparação com janeiro, e mostrando certa estabilidade desde dezembro de 2015. Mas esse valor revela uma situação que já dura 23 meses e indica ainda não haver perspectiva de melhora para o setor.
 
O ano termina com uma leve melhora no Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), levantamento mensal realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Ele subiu pelo segundo mês consecutivo, após atingir o menor piso, de 35,2 pontos em outubro, e alcançou 38 pontos em dezembro, o melhor patamar em seis meses. Mesmo assim, bem abaixo dos 50 pontos, revela que a falta de confiança continua bastante disseminada. “Os resultados do ICEI-RS de dezembro mostraram algum alívio no difícil ambiente enfrentado pelas empresas.
 
Após atingir em outubro o menor valor da série, iniciada em 2005, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) aumentou 0,7 ponto e alcançou 35,9 em novembro. No entanto, por estar muito abaixo da linha dos 50 pontos, continua refletindo de forma disseminada nas empresas a falta de otimismo. “Os resultados do penúltimo mês de 2015 sinalizam que a atividade industrial teve mais um período difícil.
 
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) caiu 0,7 ponto na passagem de setembro para outubro, somando 35,2 pontos. O resultado, divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), é o mais baixo da série histórica, iniciada em 2005. “O cenário econômico para o setor fabril no Estado continua se deteriorando.
 
Os dados do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) de setembro divulgado nesta quinta-feira (24), pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revelam que não há até o momento qualquer perspectiva de mudança na tendência recessiva do setor no Estado. Tal sentimento fez o ICEI-RS cair de 37,4 pontos em agosto para 36,6 pontos em setembro, atingindo o segundo menor nível da série histórica iniciada em 2005, à frente apenas do mês de março de 2015 (35,7 pontos).
 
O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) de agosto, que vem da maior sequência já registrada abaixo dos 50 pontos (16 meses), se manteve praticamente no mesmo nível de julho: 37,4 pontos. Apenas 1,7 ponto acima de março de 2015, recorde negativo da série histórica, iniciada em 2005.
 
O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) somou 37,3 pontos em julho, permanecendo elevado o grau de pessimismo. Em relação a junho, a queda foi de 2,1 pontos. Esta é a segunda menor pontuação da série histórica, iniciada em 2005. “A falta de confiança, cada vez mais disseminada entre as empresas, desestimula o investimento, o emprego e a produção.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) atingiu 38,8 pontos em maio, somando 14 meses de avaliação abaixo dos 50 pontos, o que significa pessimismo. Em relação a abril ficou estável, avançando apenas 0,1 ponto.  “A falta de confiança da indústria gaúcha evidencia a continuidade das imensas dificuldades impostas pela conjuntura econômica.

Influenciado por uma avaliação dos empresários menos negativa das condições atuais e, principalmente, das expectativas, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) registrou alta em abril, mas seguiu no patamar negativo (abaixo de 50 pontos) pelo 13º mês consecutivo. Após atingir a mínima histórica em março, o indicador aumentou 3 pontos, totlizando 38,7 pontos e mostrando que o setor continua sem confiança.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) recuou 1,6 ponto na passagem de fevereiro para março e somou 35,7 pontos, completando um ano abaixo de 50 pontos. “Esse resultado confirma a crise de confiança sem precedentes que atinge a indústria gaúcha”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller. Elaborado mensalmente pela entidade, o levantamento varia numa escala de 0 a 100 pontos.