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A avaliação negativa do industrial gaúcho em relação às condições atuais da sua empresa e da economia completou um ano em maio, totalizando neste mês 47 pontos de um total de 100. "Esse resultado demonstra que os empresários esperam do governo mais do que medidas de estímulo à demanda. É preciso enfrentar as questões centrais que determinam a baixa competitividade do setor produtivo, tais como o Custo Brasil", afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, nesta quinta-feira (24).

A confiança do industrial gaúcho atingiu 55 pontos em março, de um total de 100, e refletiu insegurança em relação à atual conjuntura econômica. O indicador continua bem abaixo do valor registrado no mesmo mês em 2010 e 2011, quando somou 67 e 59 pontos, respectivamente.

Inteligência comercial internacional é o tema do seminário realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), no dia 28 de março, às 14h, na sede da entidade, em Porto Alegre. O economista Ricardo Amorim abordará como a informação sobre mercados globais e tecnologia pode gerar vantagens competitivas para as empresas.

A atividade industrial gaúcha iniciou o ano com queda de 2,1%. O resultado de janeiro, em comparação com dezembro, sem os efeitos sazonais, mostra a manutenção do ciclo de baixo dinamismo que caracteriza o desempenho do setor desde 2010.

A confiança do industrial gaúcho em fevereiro atingiu 55,4 pontos, de um total de 100, e refletiu as incertezas em relação ao ambiente econômico. Apesar de ter crescido 1,2 ponto ante janeiro, o indicador sugere um sentimento bem menos positivo se comparado ao mesmo mês nos últimos dois anos, quando média ficou em 64 pontos.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) revela que a indústria de transformação permaneceu praticamente estagnada em 2011 no Estado. Segundo anunciou a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta segunda-feira (6), o crescimento foi de apenas 0,3% nos 12 meses. Os dados reforçam a preocupação com anos desfavoráveis para a indústria de transformação, que tem perdido participação no PIB estadual. Em 2011, ela contribuiu com 20,9% do total (foi de 21,8% em 2010 e de 22% em 2009).

O industrial gaúcho começa o ano de 2012 com otimismo moderado em relação ao cenário econômico brasileiro. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado nesta terça-feira (31) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), atingiu 54,2 pontos em janeiro, em um total de 100 possíveis. O resultado representa o maior valor em seis meses e é mais de dois pontos acima aos 51,8 alcançados em dezembro.

Não são muito animadoras as perspectivas da indústria gaúcha quanto à saída do atual ciclo de desaquecimento e à retomada do crescimento. Segundo levantamento da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), em dezembro, os empresários seguem pouco confiantes e não esperam alteração significativa no cenário econômico desfavorável no curto prazo e, portanto, a atividade deve manter-se fraca no primeiro semestre de 2012.

É cada vez menor o número de empresários que acredita na melhora da situação econômica nos próximos meses, segundo levantamento da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) em novembro. "Isso significa preocupação com os novos investimentos pelos industriais gaúchos", destacou o presidente da entidade, Heitor José Müller, nessa quinta-feira (24), lembrando que os negócios são afetados pela inflação ascendente e, principalmente, pelo acirramento da concorrência dos importados, além da incerteza com a dimensão dos impactos da crise internacional.

Porto Alegre, 31 de outubro de 2011 − A confiança do industrial gaúcho caiu um ponto na passagem de setembro para outubro, totalizando 51,8 pontos. O resultado foi o pior desde junho de 2009, quando as incertezas estavam associadas à forte crise mundial iniciada no ano anterior.