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A decisão do Copom, nesta quarta-feira (31), de manter a taxa Selic em 6,5% ao ano se explica, segundo a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), pelo ritmo de recuperação da economia abaixo do esperado, o que indica uma taxa de inflação controlada para os próximos meses. Mas, destaca o presidente da entidade, Gilberto Porcello Petry, se a crise fiscal não for resolvida, pode haver a necessidade de novos aumentos nesta taxa.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ressalta que os juros mais baixos são extremamente necessários para o Brasil engrenar uma recuperação mais forte, pois é preciso “urgentemente recuperar a capacidade de investimentos da economia” e, nesse contexto, o custo do crédito exerce papel fundamental. Petry entende, porém, a cautela do Banco Central (BC) diante do atual momento de incerteza em função das eleições e da necessidade de novas reformas para os próximos anos.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) considera que a manutenção da taxa Selic em 6,50% ao ano, anunciada nesta quarta-feira (1º) pelo Comitê de Política Monetária (Copom), se deu pelo fato de existirem fatores estruturais que pesam sobre a manutenção da taxa em nível elevado. “Reduzir a taxa de juros ajudaria muito na recuperação econômica, por isso, lamenta-se que os juros não tenham caído mais.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, avalia que a lenta expansão da atividade econômica e a elevada ociosidade contribuíram para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de promover um corte de 0,25 p.p.na taxa de juros, que caiu para 6,75%. “A redução na taxa de juros é importante e fundamental para o processo de recuperação do País. Mas para que possamos entrar definitivamente no mundo de taxas de juros mais baixas, é imprescindível que se estabeleça um ajuste fiscal”, disse Petry.

“Após um longo período de luta contra a inflação, atingimos a menor Selic da nossa história. Contudo, para que continuemos caminhando rumo a taxas de juros mais próximas de outros países semelhantes ao Brasil, é fundamental que se equilibre a situação fiscal”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ao analisar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (6), de reduzir de 7,5% para 7% a taxa de juros.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, entende que foi acertada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (25), de reduzir a taxa Selic de 8,25% para 7,5% ao ano, uma vez que o ambiente macroeconômico continua viabilizando o corte nos juros. “Porém, o cenário fiscal demanda cautela. Para que esse processo continue de maneira sustentada, é muito importante que se efetuem os ajustes fiscais necessários, como a Reforma da Previdência, alterando assim a dinâmica explosiva da dívida pública”, afirma.

“Entendemos que a decisão do Copom de manter o ritmo de queda da Taxa Selic foi acertada, uma vez que o cenário macroeconômico viabiliza o corte nos juros sem que se gere um aumento das pressões inflacionárias”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em1 p.p, para 8,25%, nesta quarta-feira (6).

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 1 p.p. (de 10,25% para 9,25% a.a.) foi recebida com cautela pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Devido à extensão e à profundidade da recessão, o Copom poderia ter acelerado o ritmo de queda da taxa. Mas, mais uma vez, o descontrole das finanças públicas acaba sendo um obstáculo para uma redução maior. Saída via aumento de impostos não soluciona o problema, apenas agrava a crise da economia real”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a Taxa Selic em 1 p.p. (10,25%) é considerada acertada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Os fundamentos macroeconômicos permanecem viabilizando o corte dos juros sem o recrudescimento das pressões inflacionárias”, observa o presidente da FIERGS, Heitor José Müller.

Para a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), a decisão do Copom de cortar um ponto percentual (para 11,25%) e acelerar o ritmo de queda da Selic é acertada, uma vez que alguns fatores, com o a redução do IPCA, que registrou o menor valor para o mês de março (0,23%) desde 2012, permanecem viabilizando o corte dos juros sem o aumento das pressões inflacionárias. “Se esse processo continuar de maneira sustentada, a agenda de reformas deverá prosseguir.