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Perspectivas Econômicas e Oportunidades de Negócios Brasil e Argentina foi tema do evento promovido pela FIERGS, por meio do Conselho de Comércio Exterior (Concex), na quarta-feira (15). A iniciativa foi da Câmara Empresarial Argentino-Brasileira do Rio Grande do Sul (Ceab-RS), com apoio do Consulado-Geral da Argentina em Porto Alegre, Fecomércio-RS e Farsul. O cônsul-geral do país em Porto Alegre, Jorge Enrique Perren, salientou que sem o apoio das três federações empresariais, a Ceab-RS não teria se viabilizado.

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) reiterou, em audiência pública na Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo na Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Tiago Simon, nesta quarta-feira (15), sua posição pela extinção do Piso Regional, cujo reajuste poderá ser votado pelos deputados estaduais na próxima semana.

A FIERGS, por meio do Conselho de Comércio Exterior (Concex), e a Câmara Empresarial Argentino-Brasileira, realizam o evento Perspectivas Econômicas e Oportunidades de Negócios Brasil e Argentina, na próxima quarta-feira (15), às 9h. Aos participantes, serão expostos temas como o mercado argentino e os setores industriais do RS atrativos para aquele país, além das perspectivas econômicas e oportunidades de negócios entre as duas nações.

A Frente Parlamentar da Indústria Gaúcha foi lançada, na tarde desta segunda-feira (15), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul. A base do trabalho desse grupo, formado por deputados estaduais e representantes da FIERGS e do Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (CIERGS), será a Plataforma de Compromissos para um Brasil Industrial, lançada pela Federação no ano passado.

As projeções econômicas, retrospectivas das negociações coletivas na indústria, orientações gerais para as negociações coletivas e a contribuição negocial foram abordadas por especialistas no Seminário de Negociações Coletivas 2019. Realizado nesta segunda-feira (25), na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), o evento reuniu representantes de sindicados industriais.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) de fevereiro, divulgado nesta quinta-feira (21) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), permanece alto, com 66,8 pontos – varia de zero a cem, sendo que acima de 50 indica confiança –, apesar de uma leve queda de 0,3 em relação a janeiro. Foi a primeira vez que houve recuo desde o forte aumento de 10,6 pontos na passagem de outubro (54,9) para novembro (65,5) de 2018.

De 2001, ano da implantação do Piso Regional gaúcho, até 2017, o Rio Grande do Sul apresentou o segundo menor crescimento no número de empregos com carteira assinada entre os estados brasileiros. O total de vínculos formais aumentou 53,3%, enquanto no Brasil chegou a 76,5%. Além disso, entre 2003 e 2016, o RS teve a segunda pior elevação de PIB entre 27 unidades da Federação: 27,6%, muito inferior ao verificado no País no período, 40,6%.

Depois de crescer 1% em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, ainda sob o impacto da crise econômica mais intensa de sua história, deve aumentar 1,3% este ano, estima a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Já o do Estado não deve passar de 1,1%. Porém, o presidente da entidade, Gilberto Porcello Petry, vislumbra um “realismo otimista” já a partir de 2019. “Investidores que estavam em dúvida em função do momento econômico, começam a ver novas perspectivas e dão sinais de que realizarão investimentos no País.

Com uma indústria siderúrgica pujante e um setor financeiro forte, responsável por 35% do PIB do país, tornando-o muito atraente para empresas  buscarem investimentos ou formas de viabilizá-los, Luxemburgo quer ampliar suas relações com diferentes nações, o que fez o governo incentivar políticas para diversificar a pauta a outros segmentos da economia.

A decisão do Copom, nesta quarta-feira (31), de manter a taxa Selic em 6,5% ao ano se explica, segundo a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), pelo ritmo de recuperação da economia abaixo do esperado, o que indica uma taxa de inflação controlada para os próximos meses. Mas, destaca o presidente da entidade, Gilberto Porcello Petry, se a crise fiscal não for resolvida, pode haver a necessidade de novos aumentos nesta taxa.