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O embaixador da França no Brasil, Michel Miraillet, disse nesta quinta-feira (1º), durante visita à Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), que o presidente Emmanuel Macron lhe incumbiu de incrementar as relações comerciais e econômicas em todas as áreas com o Brasil. “Isso não se resume apenas a São Paulo e Rio de Janeiro, precisamos aumentar nossa presença no Rio Grande do Sul, Estado atraente por seu desenvolvimento e recursos humanos de alto nível”, disse Miraillet, que foi recebido pelo presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) lamenta que a tramitação da proposta da Reforma da Previdência, que altera as regras para aposentadorias em todo o País, tenha sido suspensa. “A FIERGS, no entanto, não abandonará esse tema, que é um gargalo das contas públicas. E não haverá desenvolvimento econômico e social sem que as finanças estejam equilibradas”, diz o presidente da entidade, Gilberto Porcello Petry.

A adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) é o primeiro passo para o governo do Estado “arrumar a casa” e aumentar os investimentos. A avaliação é do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ao comentar a aprovação, por parte da Assembleia Legislativa, na madrugada desta quinta-feira (8), do projeto de lei complementar 249/2017, que autoriza o RS a aderir ao RRF.

Após duas fortes quedas consecutivas em 2015 (-3,5%) e 2016 (-3,6%), a economia brasileira começa a apresentar os primeiros resultados positivos. A expectativa é de crescimento de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 e de intensificação no processo de recuperação em 2018. As projeções são da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), que apresentou em entrevista coletiva, nesta terça-feira (5), o Balanço 2017 e Perspectivas 2018.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, alerta que empresas e empregos estão sob ameaça caso o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tenha que devolver antecipadamente, em 2018, R$ 130 bilhões da dívida com o Tesouro Nacional. O pedido para o ressarcimento deste valor no próximo ano, e de R$ 50 bilhões em 2017, foi formalizado pelo Ministério da Fazenda. “Apoiamos o ajuste fiscal e sabemos que o controle das finanças públicas é o único caminho possível para que a economia se desenvolva com sustentabilidade.

O presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, foi o palestrante no evento que encerrou as comemorações de 25 anos da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas para Couro e Calçados (Abrameq) e do Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos), nesta terça-feira (28). Petry observou que “também sou fabricante de máquinas e sei bem das dificuldades deste setor, que normalmente é o primeiro a sentir os efeitos das crises e o último a sair”.

Diagnóstico e Gestão dos Contratos de Terceirização, Possibilidade de Migração do Contrato Trabalhista para o Contrato de Terceirização, Relação Custo/Benefício da Terceirização e seus Impactos Econômicos nos Negócios estarão em pauta no dia 28 de novembro, na FIERGS. Será durante o painel Diálogos com a Indústria – Diagnóstico, Gestão e Adequação dos Contratos de Terceirização e os Riscos e Oportunidades Econômicas nos Negócios, das 10h às 12h. A realização é da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, por meio do Conselho de Reações do Trabalho (Contrab).

O Brasil passa por um período de revisão de sua política sobre os processos de exploração e produção de petróleo e gás. Para debater a situação do setor, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) realizou nesta quarta-feira um encontro em sua sede. “Há uma diferença colossal de perspectivas do segmento hoje em comparação com três anos atrás, mas seguimos atuando e debatendo propostas em nome da competitividade das indústrias”, declarou o diretor do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (CIERGS), Marcus Coester. 

O 35º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA 2017) finalizou sua programação com números e percepções otimistas. O futuro das relações comerciais entre as indústrias dos dois países foi projetado a partir do protagonismo de Brasil e Alemanha em seus blocos econômicos, Mercosul e União Europeia, respectivamente.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira (10), na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), que o País começa a mudar em função de uma agenda intensa de reformas estabelecida pelo governo. “Saímos da recessão mais longa da história. Estamos no início de um novo ciclo de crescimento sustentado, e este ciclo será caracterizado por longa duração e baixa volatilidade”, assegurou Meirelles, durante a palestra A Recuperação da Economia Brasileira e as Reformas para o País Avançar, garantindo que haverá uma redução do papel do Estado na economia.