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Em parceria com o programa Select USA, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) promove, por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN-RS), o Workshop de Internacionalização para os Estados Unidos, na próxima terça-feira, 7 de maio, às 9h.

A redução da demanda externa, especialmente de China e Argentina, e a base de comparação elevada com o mesmo mês do ano passado provocaram uma forte retração nas exportações totais gaúchas em fevereiro. As vendas externas do Estado fecharam em US$ 1 bilhão, queda de 65,5%, mas esse desempenho inclui o registro de uma plataforma de petróleo e gás (P-74) no valor de US$ 1,5 bilhão no mesmo período de 2018. Em razão desta herança estatística, a indústria também teve um recuo, de 62,8%.

As exportações gaúchas começaram o ano em alta, na comparação com janeiro de 2018. Foram US$ 2,6 bilhões no primeiro mês de 2019, um incremento de 105,6%, o maior valor exportado já observado para a toda a série histórica no período. Porém, o resultado está fortemente influenciado pela operação envolvendo uma plataforma de petróleo e gás, no valor de US$ 1,3 bilhão para o Panamá. Com o registro dessa operação, a indústria do Estado também cresceu muito (133,6%) e somou US$ 2,5 bilhões no mês.

Influenciadas pela indústria, que sofreu uma forte retração em novembro (11,9%), as exportações gaúchas totalizaram US$ 1,3 bilhão, um recuo de 7,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Apesar da redução, a análise desagregada da pauta aponta que o grupo de produtos básicos cresceu 10,5%, o que representa uma contribuição de US$ 346 milhões para o valor total observado.

A indústria de transformação gaúcha reduziu em 12,7% suas exportações em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, ao vender para o exterior US$ 897 milhões. Contribuíram mais significativamente para este resultado negativo Máquinas e equipamentos, com queda de 28,2%; e Veículos automotores, com -20,3%. Os segmentos de Alimentos (9,2%) e Celulose e Papel (20,5%) se destacaram positivamente, insuficiente, todavia, para compensar as perdas.

A crise cambial na Argentina e a redução das vendas de carne suína provocada pelo embargo da Rússia, no contexto externo; e a greve dos caminhoneiros, no contexto interno, provocaram forte retração nas exportações da indústria de transformação gaúcha no segundo trimestre de 2018, em relação ao mesmo período de 2017. É o que revela a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), ao divulgar, nesta terça-feira (10), a Balança Comercial.

As exportações totais do Rio Grande do Sul somaram US$ 1,79 bilhão e apresentaram um crescimento muito pequeno em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado: 0,6%. Em uma análise desagregada, o grupo das commodities (totalizando US$ 718 milhões) caiu 1,1%. A indústria de transformação, por sua vez, embarcou US$ 1,05 bilhão, incremento de apenas 1,2%, bem inferior ao do Brasil no período, que foi de 4,5%.

Influenciadas positivamente pelas commodities, que subiram 36% e somaram US$ 605 milhões, as exportações totais do Rio Grande do Sul aumentaram 14,8% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Totalizaram US$ 1,51 bilhão. A soja foi o principal produto do grupo, com US$ 551 milhões, um acréscimo de 35,3% na mesma base de comparação, com compras especialmente da China.

Um novo cenário de telecomunicações está prestes a iniciar no Sul do Brasil. É a transmissão de dados via cabos submarinos de fibra ótica a partir do Uruguai, uma alternativa que estará disponível no final do ano que vem. A solução tecnológica é monitorada pelo grupo temático de telecomunicações do Conselho de Infraestrutura (Coinfra), da FIERGS, e a expectativa é melhorar a qualidade da conexão em todo Estado.
 
Por enquanto, toda a conexão fornecida no Sul do País chega a partir de São Paulo.
Ao somarem US$ 1,3 bilhão em setembro, as exportações do Rio Grande do Sul fecharam com uma queda de 37,9% em relação ao mesmo mês de 2015. Considerando apenas a indústria, que alcançou US$ 1,07 bilhão e representou 82,4% do total embarcado pelo Estado, a retração chegou a 33%. O resultado foi bastante influenciado pelo desempenho atípico do ano passado, em função da exportação de uma plataforma de petróleo e gás (P-67) no valor de US$ 394,1 milhões.