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fontes renováveis

A Holanda pretende atingir, até o ano de 2020, 14% de sua produção de energia com fontes renováveis. Atualmente, toda empresa ou residência neste país europeu de 17 milhões de habitantes, 16ª maior economia do mundo, e que recicla 80% de seus resíduos, está ligada à rede de gás. Esse conhecimento e know-how foi colocado à disposição de empresários gaúchos que participaram, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta segunda-feira (19), do workshop Brasil & Holanda de Bioenergia – Tecnologias, aplicações e novos projetos.

Quatro projetos das escolas Sesi de Ensino Médio foram destacados na 23ª Mostratec, realizada na última semana em Novo Hamburgo. A Utilização de Parábolas para a Potencialização da Geração de Energia Fotovoltaica, dos alunos Everaldo da Silveira Júnior,  Marlon Bender Rodrigues e Yasmim de Macedo Corrêa, da Escola Sesi de Pelotas, conquistou o primeiro lugar na categoria Matemática e Física. O trabalho também recebeu credenciamento para o Foro Ciencia y Civilizacion  em Entre-Rios, na Argentina.

O Programa Indústria Solar RS, lançado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), em setembro, recebeu em um mês 246 inscrições, sendo 90 indústrias e 156 pessoas físicas. O programa incentiva as indústrias gaúchas a investirem em uma fonte renovável e econômica de energia visando alcançar mais eficiência e competitividade na produção industrial do Estado a partir da sensível redução no custo da energia elétrica.

A geração distribuída de energia elétrica é realizada junto ou próxima ao próprio consumidor, e pode ocorrer a partir de fontes renováveis como eólica, fotovoltaica, biogás/biomassa e micro ou mini-hídrica. Para debater cenários e oportunidades nesta área que cresce no País e no Estado, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), por meio dos Conselhos de Infraestrutura (Coinfra) e de Inovação e Tecnologia (Citec), realiza em sua sede, no dia 15 de agosto, o 2º Fórum de Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis.

Cenários e oportunidades para a geração distribuída de energia com fontes renováveis estarão em debate durante fórum na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), no dia 15 de agosto, às 8h30min, no Salão de Convenções da entidade, em Porto Alegre.

Aproximar empresas interessadas em negócios envolvendo energias renováveis e eficiência energética foi o objetivo da 1ª Sessão de Negócios – Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis no Rio Grande do Sul, realizada na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quinta-feira. Essa modalidade possibilita que o usuário, seja pessoa física ou jurídica, reduza a dependência da empresa concessionária do serviço de distribuição em sua região, pois tem a capacidade de produzir, além de consumir energia.

O Rio Grande do Sul se destaca por sua grande malha de hidrovias. Quando o tema é geração de energia elétrica por meio de hidrelétricas, portanto, é uma região bastante lembrada por seu potencial natural de exploração.

Entre as possibilidades de produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis, o biogás desponta como uma das estrelas para os planos de investidores grandes e pequenos. Com a popularização da chamada Geração Distribuída de Energia, na qual os consumidores produzem o próprio insumo e ainda podem ceder o excedente para a rede nacional, gerando crédito em sua conta, o avanço tecnológico colabora e torna a ideia viável.

A geração distribuída de energia não é mais um projeto. Sem depender exclusivamente das grandes companhias estatais ou privadas, consumidores de todos os níveis – industriais, comerciais, rurais e até mesmo individuais – conseguem gerar seu próprio insumo a partir das novas tecnologias desenvolvidas. Mais do que isso: fontes renováveis estão no centro do movimento.

A geração de energia elétrica pelos próprios consumidores é realidade. Com tecnologia acessível e custo decrescente, a modalidade chamada Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis pode ser considerada uma nova revolução nas relações entre sociedades e governos, até bem pouco tempo, os únicos provedores de energia.