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Líderes de entidades empresariais, entre eles o presidente da FIERGS, Heitor José Müller, participaram de uma audiência, nesta quinta-feira, com o presidente da Assembleia Legislativa, Gilmar Sossella, para tratar do índice de reajuste do piso regional gaúcho proposto pelo governo do Estado. FIERGS, Fecomércio e Farsul discordam do percentual de 16% e solicitaram abertura de negociação.
Heitor José Müller entregou a Sossella um documento expressando a contrariedade das entidades com o percentual encaminhado pelo Poder Executivo.

Diante das solicitações dos empresários brasileiros, a Norma Regulamentadora 12, que aborda a segurança em máquinas e equipamentos, será rediscutida. A decisão foi tratada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, com o presidente da FIERGS, Heitor José Müller, na sede da entidade, na quarta-feira (dia 6). Também participou do encontro o vice-presidente da FIERGS Paulo Vanzetto Garcia, coordenador do Conselho de Relações Trabalho e Previdência Social (Contrab).

Reeleito para mais uma gestão à frente da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS/CIERGS), Heitor José Müller tomou posse na noite desta sexta-feira, no Teatro do Sesi, em Porto Alegre. A solenidade, para 2 mil convidados, contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff; do governador Tarso Genro, do prefeito José Fortunati; e do presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina, Glauco José Côrte, representando o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade; entre outras autoridades.

Reeleito para mais um mandato até 2017 à frente da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS/CIERGS), Heitor José Müller toma posse no próximo dia 18, às 20h. Ele receberá, às 11h, os jornalistas para coletiva de imprensa, na sede da FIERGS, em Porto Alegre. A presidenta Dilma Rousseff agendou presença na cerimônia, que será acompanhada por 2 mil convidados, no Teatro do Sesi, em Porto Alegre.

Reeleito para mais um mandato até 2017 à frente da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS/CIERGS), Heitor José Müller toma posse no próximo dia 18, às 20h. A presidenta Dilma Rousseff agendou presença na cerimônia, que será acompanhada por 2 mil convidados, no Teatro do Sesi, em Porto Alegre.

Reforma tributária, desvalorização cambial, aumento da mão de obra qualificada e transformações no polo naval foram algumas das reivindicações feitas pelos industriais de Pelotas e de Rio Grande ao presidente da FIERGS, Heitor José Müller, nesta quarta-feira (11) durante encontro no Centro das Indústrias de Pelotas (Cipel). "A Região Sul preocupa-se com a indústria na forma como vem se apresentando, com condições de país de terceiro mundo e regras de primeiro mundo, que acarretam na perda de competitividade", sintetizou o presidente do Cipel, Ricardo Michelon.

A presidenta Dilma Rousseff confirmou que participará da cerimônia de posse das novas diretorias da FIERGS/CIERGS, em 18 de julho, em Porto Alegre. O convite foi feito por Heitor José Müller, presidente reeleito das entidades, durante um encontro que mantiveram nessa terça-feira (27 de maio), em Brasília.

"Temos aqui um polo industrial importante para a economia gaúcha e brasileira. A qualidade das empresas que aqui se estabeleceram inspira novos desafios e um deles, certamente, é o de avançar em um novo processo de industrialização, pois não há desenvolvimento sustentado sem indústria. O caso de Gravataí é emblemático pelo polo que se formou em função da vinda da General Motors". Com essa frase, o presidente da FIERGS, Heitor José Müller, abriu a palestra no evento Almoçando com a Acigra, promovido pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Gravataí.

"O ano de 2014 deve ser utilizado para planejar ações de industrialização, temos urgência. É o setor industrial que garante o crescimento sustentado dos municípios", afirmou o presidente da FIERGS, Heitor José Müller, durante a reunião empresarial realizada na sede do Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo (SinmaqSinos), nesta quinta-feira. Ele ressaltou que desde 2007 a produção industrial física no Brasil não cresce. Além disso, a participação de produtos industrializados na pauta das exportações nacionais vem caindo.

Para a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, a proposta de reajuste encaminhada à Assembleia Legislativa pelo governo do Estado com índice bem acima dos 5,3% proposto pelas federações empresariais − FIERGS, Farsul, Fecomércio, Federasul e da FCDL − reduz a competitividade do setor produtivo gaúcho, tanto em relação ao mercado interno quanto externo. "O aumento artificial do piso regional vai complicar ainda mais a nossa economia.