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paralisação caminhoneiros

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI/RS) voltou a subir em outubro após a queda de 0,8 registrada em setembro. Ao crescer um ponto e se fixar acima dos 50 – chegou a 54,9 –, o índice revela otimismo, mas ainda abaixo do nível anterior ao da greve dos caminhoneiros, em maio, quando esteve em 56,6 pontos. Os empresários entrevistados no levantamento, porém, indicam que as condições pioraram nos últimos seis meses, principalmente as da economia brasileira (42,8 pontos).

Impulsionadas pela contabilização como exportação da plataforma de petróleo P-75, no valor de US$ 1,3 bilhão, para a subsidiária da Petrobras no Panamá, as vendas externas do Rio Grande do Sul, em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado, cresceram 67,5% e somaram US$ 2,91 bilhões. A operação também exerceu forte influência no resultado da indústria (+108%, totalizando US$ US$ 2,36 bilhões). “Convém destacar que se a plataforma não fosse incluída, as exportações do setor no Estado teriam sofrido uma redução significativa.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) e a Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Estado do RS (Fetransul) lançaram, nesta terça-feira (4), uma nota conjunta sobre a possibilidade de nova manifestação dos caminhoneiros no País. Segundo as entidades, não há sinais concretos das lideranças da categoria de que vá ocorrer uma nova paralisação do transporte de cargas a partir de segunda-feira, dia 10.

A forte retração nas compras, de 3,7%, entre junho e julho, contribuiu para a queda de 0,8% no Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta terça-feira (4) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O resultado segue as fortes oscilações ocorridas nos dois meses anteriores – cresceu 11,9% em junho e caiu 8,7% em maio –, em função da crise no transporte de cargas. “O IDI-RS mostra que a paralisação dos caminhoneiros ainda provoca consequências ao setor.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), que mede o nível de atividade da indústria gaúcha, obteve em junho o maior avanço mensal da série histórica, iniciada em janeiro de 2003.  Ao aumentar 11,9% em relação a maio, retirados os efeitos sazonais, superou os patamares anteriores à greve dos caminhoneiros.

Passado o forte impacto provocado pela greve dos caminhoneiros, a Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta quarta-feira (25) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra uma significativa evolução da atividade em junho na comparação com o mês anterior. O indicador de produção ficou em 53,5 pontos, um grande aumento em relação a maio (37,7). Foi a primeira elevação para o período desde o início da série, em 2010. A melhora, porém, representa apenas um ajuste depois do colapso da paralisação.  

Com uma pequena alta de 0,3 ponto em relação a junho, mês que foi seriamente impactado por causa da greve dos caminhoneiros e atingiu o nível mais baixo em dois anos, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) alcançou 50,7 pontos em julho. De acordo com o levantamento da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), divulgado nesta quinta-feira (19), o resultado mostra que o segundo semestre começa com uma confiança muito baixa entre os industriais gaúchos. A pesquisa varia de zero a 100, revelando otimismo a partir de 50.

A crise cambial na Argentina e a redução das vendas de carne suína provocada pelo embargo da Rússia, no contexto externo; e a greve dos caminhoneiros, no contexto interno, provocaram forte retração nas exportações da indústria de transformação gaúcha no segundo trimestre de 2018, em relação ao mesmo período de 2017. É o que revela a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), ao divulgar, nesta terça-feira (10), a Balança Comercial.

Os prejuízos ao setor industrial pela paralisação dos caminhoneiros foi um dos assuntos abordados pelas entidades empresariais da região Sul do Brasil em encontro que reuniu representantes dos caminhoneiros e governo federal, nesta quarta-feira (25), em Brasília. De acordo com o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, “as consequências da falta de transporte de insumos e produtos têm chegado até a entidade diariamente, principalmente do segmento de perecíveis – o primeiro a ser atingido.