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A greve dos auditores fiscais da Receita Federal, que vem prejudicando a movimentação das aduanas do Rio Grande do Sul, já causou um importante impacto para o setor industrial. A avaliação da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) é reforçada por um levantamento realizado junto a empresas de diversos portes no Estado. A maioria das indústrias (87,5%) revelou que está sendo afetada pela greve.
O penúltimo mês do ano registra a volta de uma visão pessimista dos empresários no Estado. A Sondagem Industrial, levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) e divulgado nesta quinta-feira (24), aponta que o indicador de expectativa de demanda caiu para 48,8 pontos em novembro, contra 52,8 em outubro, revelando projeção de queda após cinco meses. Os indicadores variam de zero a 100 pontos. Valores menores que 50 significam perspectiva de queda para os próximos seis meses.
Pelo segundo mês consecutivo, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quinta-feira (17), registra acomodação, ao fechar em 53,6 pontos em novembro, praticamente o mesmo de outubro (53,5). Esta estabilização, após uma recuperação acelerada entre maio e setembro, mostra que as condições seguem difíceis e o otimismo perde fôlego.
O terceiro trimestre do ano encerrou com um cenário negativo para o setor industrial gaúcho, aponta a Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta quarta-feira (26) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Os empresários ouvidos na consulta apontaram elevada insatisfação com a margem de lucro operacional (35,8 pontos) e com a situação financeira (41,1), além de grandes dificuldades de acesso ao crédito (30,6 pontos) e aumento dos preços das matérias-primas (58,3).
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), voltou a cair em outubro, depois de cinco meses consecutivos de alta: passou de 55,4 pontos em setembro para 53,5. As explicações para esta queda foram as avaliações mais desfavoráveis sobre as condições atuais e menos positivas sobre as expectativas entre os pesquisados. Mesmo com a redução, o ICEI-RS segue a demonstrar confiança, visto que se encontra acima dos 50 pontos.
Ao atingir 52,9 pontos em agosto, o índice de produção da indústria gaúcha puxou o crescimento da atividade do setor no Estado. Foi a mais expressiva elevação mensal desde fevereiro de 2014, quando havia alcançado 54,2 pontos, aponta a Sondagem Industrial, divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quinta-feira (29). Emprego, com 47,1 pontos, também apresentou uma leve melhora no mês (46,3 pontos em julho), embora continue a revelar queda por seguir abaixo dos 50 pontos.
 
Embora tenham apresentado queda na relação com o mês anterior, os índices de produção (47,5 pontos) e o de número de empregados (46,3), revelam que a expectativa dos empresários gaúchos para a economia avançou em julho, aponta a Sondagem Industrial, divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta quarta-feira (24).
Ao subir pela quarta vez consecutiva em agosto, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) atinge 52,7 pontos e revela que, depois de 29 meses, a indústria gaúcha recupera o otimismo. Em 2016, desde maio, o ICEI-RS, elaborado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), aumentou 13,2 pontos.
 
A indústria do Rio Grande do Sul fechou o semestre com uma queda de 6,7% no Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) na comparação com os seis primeiros meses do ano passado, divulga a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta terça-feira (2). Em razão disso, e em uma sequência de dois anos de perdas, o nível de atividade no primeiro semestre de 2016 é o menor para o período em 17 anos.
 
O cenário de crise econômica no Brasil, que torna o crédito mais caro e restrito e, consequentemente, cria grandes entraves para a obtenção de capital de giro, aumentou o endividamento e as dificuldades financeiras das empresas gaúchas.