AV. ASSIS BRASIL, 8787, SARANDI, PORTO ALEGRE-RS | CENTRAL DE ATENDIMENTO 0800 51 8555 

Você está aqui

pesquisa

O mês de abril registou nova queda na atividade industrial gaúcha em relação a março, e as expectativas para os próximos seis meses se deterioram entre os empresários ouvidos na Sondagem Industrial, divulgada nesta segunda-feira (30) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O índice de produção ficou em 40,8 pontos (caindo 10 pontos na comparação com o mês anterior) e o de emprego, em 43,3 pontos (era 46,2). O ciclo de fechamento de postos de trabalho completou dois anos.
 
Influenciado pelo indicador que mede as expectativas para os próximos seis meses, que cresceu de 43 para 46,4 pontos, o maior patamar desde fevereiro de 2015, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) aumentou 2,6 pontos na passagem entre abril e maio, alcançando 42,1. É o maior valor em 16 meses, embora ainda continue abaixo de 50, o que indica pessimismo. “Confiança é fundamental na indústria para a retomada do investimento e do crescimento.
 
Depois de cinco altas consecutivas, e de alcançar em março o maior nível em 14 meses (40,6 pontos), o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), voltou a cair em abril. Atingiu 39,5 pontos, o que faz o ciclo de falta de confiança chegar a 25 meses. “O curto período de aumento da confiança, decorrente do ajuste nos estoques e da desvalorização cambial, não se sustentou.

A FIERGS se manteve como a Entidade de Classe mais lembrada e preferida dos gestores de negócios do Rio Grande do Sul, segundo a pesquisa Marcas de Quem Decide, realizada anualmente pelo Jornal do Comércio, em parceria com a Qualidata. Os resultados foram de 25,8% e 23%, respectivamente. Ao todo, foram ouvidos 644 gestores, de 47 municípios gaúchos, que votaram em 103 categorias.

O industrial gaúcho reduziu seus investimentos no ano passado e entende que a atual capacidade instalada em sua empresa é suficiente para atender a demanda prevista para 2013. A avaliação está na pesquisa Investimentos na Indústria do Rio Grande do Sul 2012, divulgada nesta quarta-feira (20), pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Em 2012, 81,3% das empresas do Estado realizaram investimentos, o menor percentual em três anos, sete pontos abaixo de 2011 e 2010.

A desoneração da folha de pagamentos, medida estabelecida pelo governo federal, é considerada positiva pelos industriais gaúchos para a retomada do crescimento econômico. No entanto, eles divergem sobre a melhor forma de contribuição patronal para a Previdência Social. Estes foram os principais resultados da pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) e divulgada nesta quarta-feira (30).

Após alcançar o nível mais alto do pós-crise em outubro, a atividade industrial gaúcha caiu 1,8% em novembro de 2012, na série livre de influências sazonais. "O setor fabril começou a reagir com força a partir da segunda metade do ano e já era esperada uma acomodação. É natural que em momentos de retomada sejam apresentados resultados expressivos, alternando com outros mais fracos.

Os resultados da Sondagem Industrial do RS de novembro, realizada pela FIERGS, apresentaram sinais de estabilidade na produção, em comparação com outubro, ao atingir 50,4 pontos. O setor operou com 75,5% de utilização da capacidade instalada, 0,7 ponto percentual abaixo do mês anterior. É a vigésima vez que este nível foi considerado inferior ao usual para o período (47,4 pontos).

De acordo com a Sondagem Industrial da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) de abril, a crise que atinge o setor ainda não chegou ao fim, revelando novos sinais de contração e nenhum de recuperação. Os indicadores pesquisados situaram-se abaixo da linha divisória dos 50 pontos, significando desaceleração.

A aposta no mercado doméstico aquecido é a resposta para o otimismo moderado dos empresários com relação à demanda para os próximos seis meses, conforme resultado da Sondagem Industrial, que atingiu 60,2 pontos no item de expectativas futuras. Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, "as medidas do governo para estimular o consumo interno e, com isso, a provável expansão das vendas no setor produtivo, projetam uma recuperação gradual do nível de atividade". O levantamento varia numa escala de 0 a 100 pontos.