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O Serviço Social da Indústria (Sesi) é a instituição mais lembrada no Brasil quando o assunto é saúde e segurança do trabalho. É o que mostra pesquisa do Instituto FSB Pesquisa com 500 médias e grandes empresas feita entre outubro de 2015 e fevereiro de 2016. O Sesi foi apontado espontaneamente como referência no tema por 20,5% dos gestores entrevistados.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta terça-feira (19), manteve a trajetória de recuperação e alcançou 50,2 pontos em julho. Foi a terceira alta consecutiva, e ao superar levemente a linha dos 50 pontos, encerra um ciclo de 27 meses de falta de confiança no empresariado gaúcho. Em junho, ele havia chegado a 46,3 pontos. “Aos poucos, a expectativa é de que possa haver uma reversão no atual cenário recessivo no País.
Apenas as compras industriais subiram (1,6%) entre abril e maio nos seis indicadores avaliados pelo Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) elaborado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Com isso, o IDI-RS caiu 2,3%, com ajuste sazonal, a terceira queda consecutiva, levando o indicador a novo piso da série iniciada em janeiro de 2003. “Os números de maio não alteram o quadro de recessão que acompanha o setor industrial gaúcho.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) cresceu, em junho, pelo segundo mês consecutivo. Pulou de 42,1, em maio, para 46,3 pontos, aponta a pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta terça-feira (21). Nos últimos dois meses, o ICEI-RS acumula alta de 6,8 pontos, o maior patamar desde junho de 2014, mostrando que o pessimismo dos empresários, presente há 27 meses consecutivos, diminui.
O mês de abril registou nova queda na atividade industrial gaúcha em relação a março, e as expectativas para os próximos seis meses se deterioram entre os empresários ouvidos na Sondagem Industrial, divulgada nesta segunda-feira (30) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O índice de produção ficou em 40,8 pontos (caindo 10 pontos na comparação com o mês anterior) e o de emprego, em 43,3 pontos (era 46,2). O ciclo de fechamento de postos de trabalho completou dois anos.
 
Influenciado pelo indicador que mede as expectativas para os próximos seis meses, que cresceu de 43 para 46,4 pontos, o maior patamar desde fevereiro de 2015, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) aumentou 2,6 pontos na passagem entre abril e maio, alcançando 42,1. É o maior valor em 16 meses, embora ainda continue abaixo de 50, o que indica pessimismo. “Confiança é fundamental na indústria para a retomada do investimento e do crescimento.
 
Depois de cinco altas consecutivas, e de alcançar em março o maior nível em 14 meses (40,6 pontos), o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), voltou a cair em abril. Atingiu 39,5 pontos, o que faz o ciclo de falta de confiança chegar a 25 meses. “O curto período de aumento da confiança, decorrente do ajuste nos estoques e da desvalorização cambial, não se sustentou.

A FIERGS se manteve como a Entidade de Classe mais lembrada e preferida dos gestores de negócios do Rio Grande do Sul, segundo a pesquisa Marcas de Quem Decide, realizada anualmente pelo Jornal do Comércio, em parceria com a Qualidata. Os resultados foram de 25,8% e 23%, respectivamente. Ao todo, foram ouvidos 644 gestores, de 47 municípios gaúchos, que votaram em 103 categorias.

O industrial gaúcho reduziu seus investimentos no ano passado e entende que a atual capacidade instalada em sua empresa é suficiente para atender a demanda prevista para 2013. A avaliação está na pesquisa Investimentos na Indústria do Rio Grande do Sul 2012, divulgada nesta quarta-feira (20), pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Em 2012, 81,3% das empresas do Estado realizaram investimentos, o menor percentual em três anos, sete pontos abaixo de 2011 e 2010.

A desoneração da folha de pagamentos, medida estabelecida pelo governo federal, é considerada positiva pelos industriais gaúchos para a retomada do crescimento econômico. No entanto, eles divergem sobre a melhor forma de contribuição patronal para a Previdência Social. Estes foram os principais resultados da pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) e divulgada nesta quarta-feira (30).