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Uma sala de aula da Escola de Educação Profissional Senai Visconde de Mauá, em Porto Alegre, foi o cenário para o lançamento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), na manhã desta segunda-feira (26). "Iniciamos, aqui e agora, uma importante etapa na história do envolvimento do setor industrial com a educação, através desse ato de lançamento do Pronatec no Rio Grande do Sul.

A evolução da crise financeira global e seus possíveis desdobramentos negativos na economia brasileira, além da forte entrada de produtos manufaturados importados, deverão seguir impactando nas intenções de investimentos do setor industrial gaúcho em 2012. De acordo com a pesquisa realizada anualmente pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), 84,9% das empresas planejam investir, um percentual menor do que ocorreu em 2011 (88,1%).

No ano passado, 46% dos investimentos planejados foram realizados apenas parcialmente. Em 2010, a proporção foi consideravelmente menor (36%). "Esta direção é perigosa. O exemplo das nações hoje desenvolvidas indica que é preciso basear na indústria o processo de crescimento econômico e de evolução social", destacou o presidente da FIERGS.

A Sondagem Industrial do Rio Grande do Sul, realizada no último mês de 2011, reafirmou o quadro geral de dificuldades enfrentadas pelo setor ao longo do ano passado. Os indicadores de nível de atividade retrataram a produção e o emprego estagnados e operando abaixo da capacidade produtiva usual. Como reflexo desse cenário, o acúmulo de estoques indesejados se alastra, contribuindo para o adiamento da retomada da indústria.

A atividade da indústria gaúcha foi menor no último trimestre de 2010, na comparação com o anterior, segundo a Sondagem Industrial realizada pela FIERGS. A diminuição do ritmo foi puxada pela produção e pelo emprego. Apesar dessa desaceleração, avaliada como sazonal, as condições financeiras das empresas permaneceram boas (56,8 pontos), o acesso ao crédito foi considerado normal (50 pontos) e as margens de lucros satisfatórias (50 pontos). Para os entrevistados, as expectativas são positivas para o primeiro semestre de 2011 devido ao dinamismo do mercado interno.

As indústrias do Rio Grande do Sul planejam realizar investimentos ao longo de 2011. Com a expectativa de manutenção da trajetória de crescimento da economia nacional para este ano, 87,6% das empresas gaúchas do setor indicaram que aplicarão recursos em seus negócios, o que significará um montante de R$ 3,6 bilhões. Uma expansão de 28% em relação ao que foi investido no ano passado. "Se em 2010, com a desaceleração da crise mundial e reaquecimento da demanda, o principal objetivo foi o aumento da capacidade da linha de produção, para este ano houve mudança na estratégia.

Pesquisa encomendada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) identificou que na opinião dos gaúchos a carga tributária chegou ao limite. Para 92,9% dos entrevistados, as taxas e os impostos pagos são considerados muito elevados. "Isto mostra que o debate da recriação da CPMF deveria ser substituído pela imediata discussão em torno da Reforma Tributária. O levantamento realizado consolida essa percepção e reforça que não se justifica estreitar o foco de discussão em torno da volta de um tributo.

A Sondagem Industrial da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) verificou que os industriais gaúchos planejam acelerar o investimento na produção nos próximos seis meses para atender o aumento da demanda. Para isso, pretendem elevar as compras de matérias-primas. "Os empresários do setor estão otimistas com o futuro dos seus negócios, principalmente por considerarem o mercado interno aquecido e uma melhora nas exportações", explicou o presidente da FIERGS, Paulo Tigre, ao divulgar a pesquisa nesta quarta-feira (14).

A indústria do Rio Grande do Sul retomou o crescimento da produção e o emprego parou de cair no setor, segundo a sondagem realizada trimestralmente pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) e divulgada nesta quinta-feira (26). Os resultados são analisados no intervalo entre 0 e 100 pontos, sendo que abaixo de 50 as perspectivas e a evolução são negativas e acima, positivas.

FIERGS fez consulta e prioriza mudanças na política de valorização do real

Os elevados custos logísticos, as dificuldades na recuperação de créditos tributários e, principalmente, o comportamento da taxa de câmbio são os maiores entraves apontados na sondagem realizada pela Federação de Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) com empresas exportadoras gaúchas. "Esta pesquisa revela aquilo que o segmento considera importante para que o Estado retome uma posição de destaque no cenário internacional.