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As exportações da indústria gaúcha, com um total de US$ 893 milhões comercializados, sofreram uma forte queda em abril (-9,3%) na comparação com o mesmo mês do ano passado. Apenas quatro dos 23 setores que registraram algum embarque para outros países no mês, expandiram suas vendas: Celulose e papel (38,6%), Químicos (5%), Tabaco (4,8%) e Bebidas (100%). O resultado de abril acompanha a tendência verificada ao longo de 2019, pois no fechamento do trimestre de janeiro a março, ocorreu uma redução de 5,2% nas exportações.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI/RS) recuou 3,1 pontos na passagem de março para abril, a terceira queda consecutiva, aponta a pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta quinta-feira (18). Apesar da redução, se mantém em patamar elevado, com 60,9 pontos, mesmo que no nível mais baixo do período após as eleições de outubro de 2018.

A redução da demanda externa, especialmente de China e Argentina, e a base de comparação elevada com o mesmo mês do ano passado provocaram uma forte retração nas exportações totais gaúchas em fevereiro. As vendas externas do Estado fecharam em US$ 1 bilhão, queda de 65,5%, mas esse desempenho inclui o registro de uma plataforma de petróleo e gás (P-74) no valor de US$ 1,5 bilhão no mesmo período de 2018. Em razão desta herança estatística, a indústria também teve um recuo, de 62,8%.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), medido pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, registrou um crescimento de 1,2% em janeiro comparado ao mesmo mês do ano anterior. A taxa acumulada em 12 meses está praticamente estável (+2,3%) desde abril do ano passado. Os resultados, divulgados nesta quinta-feira (7), demonstram que parte do cenário de 2018, sobretudo depois da greve dos caminhoneiros, continua presente no início de 2019.

As exportações gaúchas começaram o ano em alta, na comparação com janeiro de 2018. Foram US$ 2,6 bilhões no primeiro mês de 2019, um incremento de 105,6%, o maior valor exportado já observado para a toda a série histórica no período. Porém, o resultado está fortemente influenciado pela operação envolvendo uma plataforma de petróleo e gás, no valor de US$ 1,3 bilhão para o Panamá. Com o registro dessa operação, a indústria do Estado também cresceu muito (133,6%) e somou US$ 2,5 bilhões no mês.

A Sondagem Industrial, elaborada e divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), apresentou otimismo para 2019. Os estoques ajustados e as boas expectativas para demanda, emprego e investimentos dão um bom indicativo para a indústria gaúcha este ano. Apesar da queda na produção (38,1) e no emprego (47) em dezembro comparado ao mês anterior, os baixos níveis de estoque (48,3 pontos) sugerem que a demanda foi superior à prevista e colocam um viés de alta para a atividade industrial nos próximos meses.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) voltou a cair em novembro (-0,9%) com relação a outubro de 2018, depois de -0,2% em outubro e -0,1% em setembro, com ajuste sazonal. No acumulado em 2018, porém, os números seguem positivos: 2,1% em novembro, comparado ao mesmo mês, e 2,8% nos onze meses do ano (jan-nov/2018- jan-nov/2017).

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), pesquisa mensal realizada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), teve o segundo mês consecutivo sem crescimento. Depois da quase estabilidade (-0,1%) em setembro, outubro apresentou uma queda de 0,2%, influenciada pelo desempenho ruim nas horas trabalhadas na produção, com redução de 1,5%.

Influenciadas pela indústria, que sofreu uma forte retração em novembro (11,9%), as exportações gaúchas totalizaram US$ 1,3 bilhão, um recuo de 7,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Apesar da redução, a análise desagregada da pauta aponta que o grupo de produtos básicos cresceu 10,5%, o que representa uma contribuição de US$ 346 milhões para o valor total observado.

Executivos e lideranças de 46 sindicatos industriais participaram, nesta quarta-feira (28), de encontro na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). A discussão centrou sobre o novo momento vivido por essas entidades representativas após a Modernização Trabalhista, que acabou com a obrigatoriedade da contribuição sindical, condicionando o desconto à autorização prévia do associado. “Estamos vivendo um período de desafios no Brasil. Isto atinge todos os sindicatos do País, de todos os setores.