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Apesar de os indicadores da Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta quinta-feira (2) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revelarem queda na produção por permanecerem abaixo da linha dos 50 pontos, a pesquisa traz uma perspectiva mais otimista para o futuro. Realizada com 248 empresas gaúchas de pequeno, médio e grande porte, no período de 1º a 13 de fevereiro, a sondagem aponta que as expectativas para os próximos seis meses cresceram, na comparação com o resultado de janeiro.
Dezembro de 2016 revelou a menor queda de produção dos últimos cinco anos para a indústria gaúcha. O tradicional desaquecimento sazonal da atividade para o mês, de 39,4 pontos, ficou atrás apenas de dezembro de 2011, quando o índice atingiu 41,7 pontos. A pesquisa Sondagem Industrial foi divulgada nesta quarta-feira (25) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).
O ano de 2016 fechou com as exportações em queda no Rio Grande do Sul. Ao somarem um total de US$ 16,6 bilhões no acumulado dos 12 meses, caíram 5,4% em relação a 2015. A maior influência negativa sobre o resultado veio do grupo das commodities, que retraiu 12,1% (somando US$ 4,1 bilhões), principalmente por causa das quedas nas vendas de soja (-7,9%) e de trigo (-70,7%).
 
A indústria gaúcha também acompanhou o ritmo de perdas no ano passado.
O penúltimo mês do ano registra a volta de uma visão pessimista dos empresários no Estado. A Sondagem Industrial, levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) e divulgado nesta quinta-feira (24), aponta que o indicador de expectativa de demanda caiu para 48,8 pontos em novembro, contra 52,8 em outubro, revelando projeção de queda após cinco meses. Os indicadores variam de zero a 100 pontos. Valores menores que 50 significam perspectiva de queda para os próximos seis meses.
Após caírem 37,9% em setembro, as exportações no Estado voltaram a apresentar forte retração em outubro (18,1%) na comparação com o mesmo período de 2015, ao somarem US$ 1,25 bilhão.  Se consideradas apenas as vendas externas da indústria, que alcançaram US$ 1,04 bilhão, o recuo chegou a 8,3%, contra 33% queda do mês anterior. “Além dos problemas relacionados à queda da demanda externa de países como a Venezuela, temos observado a manutenção do quadro de perda de competitividade das nossas mercadorias no exterior.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), voltou a cair em outubro, depois de cinco meses consecutivos de alta: passou de 55,4 pontos em setembro para 53,5. As explicações para esta queda foram as avaliações mais desfavoráveis sobre as condições atuais e menos positivas sobre as expectativas entre os pesquisados. Mesmo com a redução, o ICEI-RS segue a demonstrar confiança, visto que se encontra acima dos 50 pontos.
Ao somarem US$ 1,3 bilhão em setembro, as exportações do Rio Grande do Sul fecharam com uma queda de 37,9% em relação ao mesmo mês de 2015. Considerando apenas a indústria, que alcançou US$ 1,07 bilhão e representou 82,4% do total embarcado pelo Estado, a retração chegou a 33%. O resultado foi bastante influenciado pelo desempenho atípico do ano passado, em função da exportação de uma plataforma de petróleo e gás (P-67) no valor de US$ 394,1 milhões.
O Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI-RS) continua a decepcionar e apresentou a segunda queda consecutiva, aponta o levantamento divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta quinta-feira (2). O recuo em abril, em relação a março, foi de 0,9%, o menor nível da série dessazonalizada, iniciada em 2003. O resultado manteve a tendência já apontada no mês anterior, na comparação com fevereiro (-1,3%). “A trajetória recessiva da indústria gaúcha prossegue.

As exportações do Rio Grande do Sul somaram US$ 1,02 bilhão em fevereiro, o que representou uma queda de 5,8% ante o mesmo período de 2013. "Este resultado é preocupante, pois ocorreu em um mês com fatores positivos, tais como dois dias úteis a mais e uma desvalorização média do câmbio de 20,8%. Essa falta de competitividade dos nossos produtos tem gerado a perda de importantes mercados no exterior", destacou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller. O saldo da balança comercial ficou negativo em US$ 530 milhões.

Paulo Tigre avaliou impacto das decisões divulgadas pela Fazenda

Para a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), as três medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para conter a desvalorização do dólar frente ao real, representam um primeiro passo para reverter a situação do câmbio mas, na prática, ainda são muito tímidas.