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A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) entende a cautela na primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) sob o comando do novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, nesta quarta-feira (20), e a manutenção da taxa Selic em 6,5% a.a.. Nesse momento, segundo a entidade, os juros mais baixos são apenas um dos elementos que podem estimular a retomada da economia. “O Brasil tem se movido em direção a juros mais baixos e a Reforma da Previdência deve contribuir nesse sentido.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) entende que, ao manter a taxa Selic em 6,5% ao ano, nesta quarta-feira (6), o Comitê de Política Monetária (Copom) ainda levou em conta a recuperação econômica oscilante no País. Mas segundo a entidade, caso a economia mantenha o lento ritmo de crescimento o Banco Central pode promover novos cortes na taxa de juros. “Dada a magnitude da recessão dos últimos anos e a dificuldade de recuperação da economia, existe a oportunidade de darmos maiores passos nessa direção.

A queda no endividamento das empresas e das famílias nos últimos três anos, o alto grau de ociosidade das fábricas, a inflação controlada e os juros reduzidos são alguns fatores que contribuem para criar um ambiente favorável à recuperação da economia brasileira em 2019. A análise é do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, para quem o ano de 2018 se encerra também com a indústria gaúcha e nacional tendo deixado para trás a mais profunda recessão já registrada.

Ao manter a Selic em 6,5% ao ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central apoia sua decisão na fraca demanda agregada e na expectativa de inflação baixa – a previsão é terminar o ano com resultado menor do que a meta estabelecida de 4,5% –, reflexo da atividade econômica enfraquecida e da grande ociosidade dos fatores de produção.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ressalta que os juros mais baixos são extremamente necessários para o Brasil engrenar uma recuperação mais forte, pois é preciso “urgentemente recuperar a capacidade de investimentos da economia” e, nesse contexto, o custo do crédito exerce papel fundamental. Petry entende, porém, a cautela do Banco Central (BC) diante do atual momento de incerteza em função das eleições e da necessidade de novas reformas para os próximos anos.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, avalia que a lenta expansão da atividade econômica e a elevada ociosidade contribuíram para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de promover um corte de 0,25 p.p.na taxa de juros, que caiu para 6,75%. “A redução na taxa de juros é importante e fundamental para o processo de recuperação do País. Mas para que possamos entrar definitivamente no mundo de taxas de juros mais baixas, é imprescindível que se estabeleça um ajuste fiscal”, disse Petry.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, entende que foi acertada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (25), de reduzir a taxa Selic de 8,25% para 7,5% ao ano, uma vez que o ambiente macroeconômico continua viabilizando o corte nos juros. “Porém, o cenário fiscal demanda cautela. Para que esse processo continue de maneira sustentada, é muito importante que se efetuem os ajustes fiscais necessários, como a Reforma da Previdência, alterando assim a dinâmica explosiva da dívida pública”, afirma.

“Entendemos que a decisão do Copom de manter o ritmo de queda da Taxa Selic foi acertada, uma vez que o cenário macroeconômico viabiliza o corte nos juros sem que se gere um aumento das pressões inflacionárias”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em1 p.p, para 8,25%, nesta quarta-feira (6).

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 1 p.p. (de 10,25% para 9,25% a.a.) foi recebida com cautela pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Devido à extensão e à profundidade da recessão, o Copom poderia ter acelerado o ritmo de queda da taxa. Mas, mais uma vez, o descontrole das finanças públicas acaba sendo um obstáculo para uma redução maior. Saída via aumento de impostos não soluciona o problema, apenas agrava a crise da economia real”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a Taxa Selic em 1 p.p. (10,25%) é considerada acertada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Os fundamentos macroeconômicos permanecem viabilizando o corte dos juros sem o recrudescimento das pressões inflacionárias”, observa o presidente da FIERGS, Heitor José Müller.