Bandeira preta restringe atividade da indústria mas deve assegurar operação de parte do comércio, diz FIERGS
Para entidade, estabelecimentos poderiam atuar pelo menos com 25% da capacidade
Atuamos a favor da indústria gaúcha estimulando a cooperação entre empresas, ampliando a oferta de produtos e serviços e apoiando o desenvolvimento de novos mercados e sua internacionalização. Juntamente com o SESI, SENAI e IEL, apresentamos soluções que aumentam a competitividade da nossa indústria.
Para entidade, estabelecimentos poderiam atuar pelo menos com 25% da capacidade
Com a manutenção da Bandeira Preta para todo o Rio Grande do Sul, restringindo as atividades produtivas no Estado, conforme o mapa do Distanciamento Controlado de prevenção e enfrentamento à pandemia da Covid-19, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) reitera que, durante esse período, as indústrias devem respeitar critérios específicos de funcionamento. O percentual máximo de operação permitido com trabalhadores presentes é de 75%, no mesmo turno, ao mesmo tempo, respeitando o teto de ocupação do espaço físico. A entidade reforça, também, a necessidade de que o comércio possa atuar com pelo menos 25% da sua capacidade, sem fechar totalmente as portas, honrando compromissos e preservando seus trabalhadores, através dos protocolos já praticados.
A FIERGS compreende a gravidade do momento que o Estado atravessa, e salienta que não se trata da questão saúde versus economia, mas de ambas terem o mesmo olhar que passa pelo comprometimento de todos para chegar a um denominador comum, ou seja, a sobrevivência das pessoas e empregos.

